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01/11/2008 - Gazeta de Ribeirão Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Nigeriano está ilegal

Por: Gabriela Yamada

Golpe do dólar preto Homem preso em Barretos ao tentar enganar dois comerciantes teve pedido de permanência negado.

O nigeriano Nwokike Charles Obinna, 33 anos, acusado de aplicar o golpe do dólar preto em Barretos na semana passada, está em situação irregular no Brasil, segundo a Polícia Federal de Ribeirão Preto. O pedido de estadia dele no País foi negado em Brasília e ele foi trazido para a cidade.

A PF informou que irá aguardar a conclusão do inquérito da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Barretos para encaminhar o pedido de expulsão de Obinna. Ele deverá responder pelo crime de estelionato no Brasil. Obinna se casou com uma brasileira, com a qual teve uma filha.

Segundo o delegado Júlio César Cardoso, da DIG de Barretos, o nigeriano entrou em contato com dois comerciantes que atuam no ramo da construção civil dizendo que possuía US$ 1,5 milhão e que estava disposto a se associar a eles, com a promessa de fornecer o dinheiro e dividir os lucros em partes iguais.

Aos comerciantes, segundo o delegado, Obinna teria dito que tinha pintado as notas de preto para evitar a fiscalização da alfândega e que seria necessária uma lavagem com um produto químico. Os comerciantes pagaram R$ 20 mil pela compra do produto, segundo Cardoso.

Obinna e mais um comparsa, ainda não identificado, descoloriram na frente dos comerciantes US$ 1.150. O restante, segundo o delegado, era papel sulfite preto e as notas eram tingidas por uma mistura de iodo com farinha. A tintura, segundo o delegado, era removida com água e cápsula efervescente de vitamina C.

O nigeriano exigiu que os comerciantes pagassem R$ 22 mil para a compra de mais produto químico, que descoloriria o restante do dinheiro. Após denunciar o golpe à DIG, os comerciantes foram orientados a marcar um encontro com o nigeriano na rodoviária de Barretos. Obinna foi detido ao entrar no carro de um dos comerciantes e os investigadores encontraram dentro do sapato dele um documento de identidade com o nome de Christopher Kabila, que a Polícia Civil acredita ser um documento verdadeiro. Segundo o delegado, há pelo menos mais três pessoas pertencentes à quadrilha de Obinna.

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