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01/11/2008 - Diário de Cuiabá Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Estelionatários em MT são presos no Rio

Por: Renê Dióz e Adilson Rosa

Pai e filho, acusados de aplicar golpes em 9 estados, foram localizados pela polícia carioca. Só no Estado, prejuízo deixado seria de R$ 3 mi

Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) do Rio de Janeiro prenderam ontem uma dupla de estelionatários com histórico de crimes em nove estados, incluindo Mato Grosso, onde teria provocado um golpe de aproximadamente R$ 3 milhões. A dupla é formada por Neli Alves de Oliveira, de 61 anos, e Neli Júnior, de 30, pai e filho, respectivamente. A DRF informou ontem que até o fim do dia a dupla deveria ser encaminhada a Mato Grosso.

Ambos são suspeitos de integrar uma quadrilha interestadual, com ações também no Rio de Janeiro, em São Paulo, Pernambuco, no Mato Grosso do Sul, em Goiás, Minas Gerais, Bahia e Paraná. Na Justiça, a assessoria de imprensa da Polícia Civil carioca informa que eles respondem a 15 processos por fraude. O esquema da dupla nos golpes pelo país consistia em abrir empresas e cooperativas laranjas. Após arrecadar o dinheiro com o funcionamento do negócio, a dupla desaparecia.

Contra eles também existem oito mandados de prisão, dos quais dois foram expedidos por varas criminais de Cuiabá somente contra o pai, que utiliza o nome falso de José Henrique Pereira. Um dos mandados foi expedido há 20 anos, em janeiro de 1988, pela 4ª Vara Criminal, devido a um golpe aplicado contra a empresa Tauá Agência de Turismo, localizada no centro de Cuiabá. O prejuízo foi de aproximadamente R$ 3 milhões.

O outro mandado é mais recente. A prisão foi decretada pela juíza da 9ª Vara Criminal Especializada em Delitos de Tóxicos, Maria Cristina de Oliveira Simões. O mandado se deve ao crime de estelionato, mas o nome da vítima não foi fornecido.

A polícia não soube informar se os dois crimes estão prescritos por causa do prazo, pois alguns crimes caducam, têm um prazo máximo. “No caso do estelionato, vai de oito a 12 anos, mas dependendo da sentença expedida pela Justiça”, explicou um delegado de Polícia Civil da Capital.

No sistema da polícia, não existem mandados contra Neli Alves de Oliveira Júnior. O delegado acredita que a prisão preventiva deve ter sido expedida no nome falso usado por ele. “Nem sempre a Justiça expede prisão preventiva pelo crime de estelionato”, frisou.

Neli Júnior, que trabalha em Jacarepaguá como motorista de táxi, foi surpreendido pelos policiais na saída de casa. Seu pai foi preso na porta de entrada do Fórum de Santa Cruz, onde foi prestar depoimento em uma audiência pública. Segundo a assessoria da Polícia Civil do Rio de Janeiro, policiais da DRF afirmam que, contra a dupla de estelionatários, há uma ação penal de 20 volumes, devido ao número elevado de lesados e vítimas dos golpes.

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