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30/10/2008 - Agência Brasil Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Operação da Polícia Federal descobre quadrilha que fraudava licitações dos Correios

Por: Maria Eugênia Castilho


São Paulo - A Polícia Federal desmontou hoje (30) uma quadrilha que cometia irregularidades na venda e na transferência de agências franqueadas dos Correios e em serviços de postagens de grandes clientes por meio da Operação Déjà Vu (já visto em Francês). A ação foi deflagrada nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.

De acordo com a nota divulgada pela Polícia Federal, em Sorocaba (SP), além da fraude na aquisição de agências franqueadas dos Correios, foi descoberto “um esquema de transferência ilegal de serviços de postagens de grandes clientes para uma específica franquia, privilegiando o interesse particular e, detrimento do público, causando prejuízo de aproximadamente R$30 milhões à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT )”.

Também foram constatadas fraudes de R$21 milhões em licitações dos Correios e do Incra para aquisição de equipamentos e soluções em Tecnologia de Informação (TI).

Segundo a Polícia Federal, foram cumpridos 43 mandados de busca e apreensão e 19 de prisão temporárias, expedidos pela Justiça Federal das Subseções de Sorocaba, Campinas e Brasília. Os investigados foram indiciados por extorsão, tráfico de influência, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, advocacia administrativa (crime praticado por funcionário público contra a adminstração em geral que consiste em patrocinar interesse privado valendo-se da qualidade de funcionário), falsidade ideológica e descaminho entre outros. A pena para os crimes poderá variar de 2 a 12 anos de prisão.

A direção dos Correios divulgou nota informando que não tinha conhecimento da operação deflagrada pela Polícia Federal e que as investigações corriam em segredo de justiça. O departamento jurídico da empresa foi acionado para acompanhar o andamento do processo e afirmou que vai colaborar o máximo possível como o trabalho da da PF.

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