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03/10/2006 - Valor Econômico / Seguros em Dia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Proteção nos sites exige criptografia


Compre sem medo. Esse é o mantra repetido por todos os sites de comércio eletrônico, segmento que movimentou R$ 2,5 bilhões em compras no ano passado - um crescimento de 43% em relação a 2004. Para 2006, a previsão da consultoria e-bit é que o faturamento no comércio pela web alcance R$ 3,9 bilhões.

Só para se ter uma idéia, o varejo on-line deve faturar R$ 184 milhões apenas com as vendas referentes ao dia das crianças. A receita é 70% maior que a obtida no mesmo período, em 2005, quando as lojas virtuais venderam R$ 108 milhões em produtos.

Para proteger todo esse montante, a maioria dos sites investe em sistemas de segurança, como a criptografia. Trata-se de uma técnica de cifrar arquivos, utilizando um código secreto. Assim, informações como dados pessoais ou números de cartões de crédito não podem ser lidos por ninguém até serem decodificados pelo site.

"Não existe insegurança no varejo on-line. Na maioria dos casos de fraude, o problema está na atitude do internauta, que não utiliza softwares de segurança, como firewalls e antivirus, e deixa o computador vulnerável às invasões", analisa Cid Torquato, consultor especializado em economia digital.

Além de blindar o PC, Torquato aconselha aos consumidores eletrônicos a dar preferência a lojas conhecidas ou, no caso de optar por outras empresas, pesquisar na própria internet se há boas informações sobre o endereço escolhido.

No Submarino, loja on-line com mais de 700 mil itens em estoque, todas as informações recebidas pelos usuários são arquivadas em um software interno, de acesso exclusivo da companhia. "Isso significa que nenhuma informação trafega pela rede sem ser criptografada", garante Flávio Jansen, presidente do site.

Os cuidados com a integridade das transações não são gratuitos. O tíquete médio do comprador do Submarino é de R$ 214 e o site deve movimentar R$ 870 milhões em 2006. "As vendas aumentaram 59% em 2005, comparadas a 2004".

No site da Fnac Brasil, que dispõe de 40 mil títulos de livros e discos, as armas contra brechas de segurança são sistemas de certificação e criptografia. O certificado, um dos princípios da segurança nas transações on-line, prova que o site é confiável e assegura que as informações enviadas eletronicamente não caiam nas mãos de terceiros.

"As vendas deste ano já mostram um crescimento de 350% em relação ao ano passado", justifica Marco Aurélio Moschella, diretor organizacional da Fnac Brasil. "O usuário também deve procurar nas páginas das lojas o ícone do cadeado fechado, que atesta a proteção durante o envio de dados pessoais", ensina.

Recentemente, os investimentos da Fnac Brasil em sua loja virtual foram multiplicados por dez, e o site, que também entrega equipamentos de áudio, vídeo, foto, informática e telefonia, conseguiu um aumento de 500% no número de visitas. "É o site da rede Fnac, fora da França, com o maior faturamento", afirma o diretor do endereço eletrônico, Jérôme Pays.

Outras empresas, preocupadas com a qualidade e proteção das compras digitais, criam ações para tornar a experiência ainda mais segura. O site de comparação de preços BuscaPé, por exemplo, lançou em julho um selo de qualificação.

O certificado "Empresa Reconhecida", que inclui mais de 20 critérios de boas práticas de e-commerce, como opções de pagamento e políticas de troca, já aparece nas home pages da Fast Shop, Ponto Frio e Magazine Luiza. A idéia é fazer uma ponte entre o estabelecimento e o consumidor - e se a loja não atende bem ou age de má-fé pode ser retirada da listagem.

E a fama dos sites, boa ou ruim, acaba se espalhando pela internet. Numa pesquisa realizada em julho, no Brasil, pela EC Metrics, consultoria americana especializada em consumo, entre os sites mais seguros apontados por 3,7 mil internautas estão o Submarino, Mercado Livre, Americanas.com, Shoptime.com e Amazon.

Do total de compradores entrevistados, 45% deles finalizam seus pedidos com cartão de crédito, enquanto 18% preferem pagar com boletos bancários. "É melhor usar o cartão, de longe a forma mais segura para fazer compras on-line, inclusive para sustar aquisições não realizadas", diz Torquato.

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