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23/10/2008 - Diário da Manhã Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha em família

Por: Ivair Lima


A Polícia Civil prendeu seis integrantes de quadrilha de falsificadores de cartões. O delegado Manoel Borges de Oliveira, titular do 8º Distrito Policial, que comanda as investigações, informa que pelo menos mil pessoas foram lesadas pelos criminosos. Todos os suspeitos foram encontrados em uma casa na Rua 122, Setor Sul, na noite de terça-feira (21).

Já estão presos e foram autuados em flagrante Marcos Ferreira do Nascimento, 38, Wellington Sandae Pinheiro Mendes, 23, Fábio Castelo Branco Cordeiro da Rocha, 30, Ravênio José da Silva Gomes, 25, André Castelo Branco Cordeiro da Rocha, 29, e Stênio Andrade Castelo Branco, 41. Cinco dos acusados são da mesma família.

Estão foragidos o suspeito de ser chefe da quadrilha, Humberto Castelo Branco, e dois outros integrantes: Jader de Andrade Castelo Branco e Paulo Augusto Teodoro de Rezende. Delegado disse que a investigação durou um mês. “Um homem foi preso aplicando golpe em hipermercado com cartão falso. Suspeitamos que fazia parte de esquema maior e chegamos à quadrilha especializada em clonagem de cartões e transferência eletrônica de dinheiro. Acreditamos que criminosos atuavam em todo o País.”

Segundo Manoel, a casa onde os suspeitos foram detidos é uma verdadeira fortaleza. “Eles instalaram câmeras de vigilância e estavam sempre alertas à aproximação de qualquer veículo. Foi difícil chegar a esses homens. A equipe aproveitou a forte chuva para invadir.”

Só em um dos dois pens drive apreendidos estavam listados os nomes de mil possíveis vítimas. A polícia recolheu dois notebooks, um computador, 12 cartões de débito e crédito, 13 celulares e uma impressora. “São hackers. Todo esse equipamento era usado em atividades criminosas.”

Wellington Mendes, informa o delegado, foi preso dez dias depois de ser libertado pela Polícia Federal, acusado de estelionato por meio eletrônico. Para Manoel, o crime é de difícil combate pois criminosos não atuam nas ruas e têm muita mobilidade. “Eles podem clonar cartão em São Paulo, por exemplo, e fazer compras em Goiânia.” Suspeitos foram autuados por formação de quadrilha, que pode render pena de até oito anos de prisão. “Como o universo das vítimas é grande, podem pegar até 30 anos.”

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