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30/09/2006 - G1 / Agência Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Rondônia testa se corrupção afeta resultado das eleições


Os 980 mil rondonenses que vão às urnas neste domingo (1) testarão se a recente onda da corrupção no estado vai afetar o resultado das eleições. Vinte e três dos 24 deputados estaduais rondonenses estão sendo investigados por fraudes à folha de pagamento da Assembléia Legislativa. O esquema, que foi desbaratado em agosto pela Polícia Federal e apeliado de "Operação Dominó", também envolveu juízes, promotores e secretários de Estado em desvios R$ 70 milhões dos cofres públicos.

Entretanto, os deputados estaduais investigados fizeram campanha: dois deles tentam uma "promoção" à Câmara Federal e todos os demais querem ser reeleitos. Entre os deputados ligados ao esquema de corrupção está o presidente da Assembléia Legislativa de Rondônia, Carlão de Oliveira (PSL), que tem grandes chances de ser reeleito. Apesar de Oliveira estar preso, seus aliados políticos fizeram carreata para ele durante a semana.

Outro deputado investigado, Beto do Trento (PSDC), resolveu inovar: uma fundação criada por sua mulher distribuiu sopão em bairros pobres. A estratégia lhe rendeu dividendos eleitorais. Aurene Batista, 28 anos, mãe de dois filhos, diz que votará em Beto do Trento por causa do sopão, apesar do suposto envolvimento dele no esquema de corrupção: "O Beto tá envolvido? Bom, mas aí cimo vou votar num outro que não conheço, que eu só vejo na TV? Este pelo menos eu conheço a cara."

O deputado, que nega as denúncias, diz que pode manter a política do sopão, caso seja reeleito. "Pode até ter uma política do sopão. Às vezes, uma refeição para essas pessoas faz diferença". Para os acusados, a vantagem de ser reeleito é a manutenção da imunidade parlamentar.

O superintendente da Polícia Federal (PF) em Rondônia, Joaquim Mesquita, que chefiou a Operação Dominó, diz que a corrupção um "duro golpe" no estado, mas pode ressurgir caso não haja "controle e acompanhamento".

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