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30/09/2006 - O Liberal Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Estelionatários são flagrados pela Polícia e se queixam de dificuldades


Duas notas de R$ 10 falsas foram encontradas com Mauro Antônio Andrade, de 24 anos. O sargento Júnior e os cabos Azevedo e Cleiton, policiais militares lotados na 11ª Zpol, abordaram Mauro Andrade na passagem Vilhena, esquina da passagem Roso Danin, no bairro da Terra Firme. O acusado tentou se desfazer do dinheiro, jogando as cédulas no chão. Quando os policias se aproximaram, Andrade tentou esconder o dinheiro, pisando em cima. Mas o sargento Júnior viu uma ponta de uma cédula e deu voz de prisão ao acusado, que foi conduzido para a Seccional do Guamá.

Na unidade policial, ele contou ao diretor da seccional, delegado Miguel Cunha, que sabia que o dinheiro era falso e tentaria trocá-lo para pagar um trabalho de matemática que estava fazendo. Disse ainda que conseguiu o dinheiro com Darciel Moreira Conceição, de 20 anos. Darciel foi preso em sua residência, na passagem Bom Jesus, na Terra Firme. Participaram dessa prisão os investigadores Bira e Bené. A dupla confessou que manipulava notas falsas há um bom tempo e que estavam com dificuldades de fazer compras ou repassar o dinheiro, porque 'todo mundo está sabendo'. Darciel e Mauro indicaram uma terceira pessoa como sendo a fonte da falsificação das notas. Para efeito de investigação, os policiais pediram para não ser revelado o nome dessa terceira pessoa.

Darciel comentou que já havia ido à casa do terceiro elemento entre 3 e 4 vezes, para comprar as cédulas falsas, vendidas por R$ 3,00. De acordo com o delegado Miguel Cunha, a dupla será indiciada em flagrante por estelionato, em virtude das notas serem grosseiramente falsificadas. Caso contrário, fossem melhor falsificadas, segundo o delegado, seriam enquadrados em crime de circulação de notas falsas. Darciel e Mauro vão responder na Justiça por estelionato, crime cuja pena varia entre 2 a 5 anos de reclusão, conforme preceito do Código Penal Brasileiro.

De acordo com Miguel Cunha, as investigações sobre a circulação de dinheiro falso no bairro começaram a partir de inúmeras denúncias feitas por comerciantes do Guamá e da Terra Firme. A polícia está prestes a descobrir onde são fabricadas as notas e quem está por trás desse crime contra a ordem financeira.

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