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18/10/2008 - Folha de São Paulo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Foco no terrorismo prejudica investigações sobre fraude financeira, diz jornal


O FBI (polícia federal americana) enfrenta dificuldades para encontrar agentes e obter os recursos necessários para investigar más práticas ligadas à atual crise financeira, segundo funcionários do órgão ouvidos pelo jornal americano "The New York Times".

Após os ataques ocorridos em 11 de setembro de 2001, mais de 1.800 agentes -aproximadamente um terço de todos os quadros envolvidos em programas criminais- foram deslocados para tarefas ligadas ao terrorismo e inteligência. Este remanejamento, segundo o "NYT" deixou o FBI vulnerável na investigação de áreas como crime do colarinho branco.

Devido à urgência provocada pela crise, o FBI planeja dobrar o número de agentes que se ocupam de crimes financeiros, mas fontes de dentro do Departamento de Justiça questionam de onde virão os quadros e se o "reforço" será suficiente.

Alguns companhias prejudicadas por fraude optam por serviços privadas de investigação antes de submeter suas queixas ao FBI.

A reportagem do "NYT" informa que, desde 2004, oficiais do FBI alertam para a ameaça de fraudes e o órgão pediu reiteradas vezes à administração Bush por mais dinheiro para reabastecer as fileiras de agentes que não se ocupam com casos de terrorismo. A cada ano, os pedidos eram negados pelo governo federal.

Os dados do "NYT" surgem no mesmo dia em que o presidente dos Estados Unidos, George W.Bush, afirmou que deseja hospedar uma cúpula para debater a crise mundial, com presença de líderes europeus e aberta a países em desenvolvimento, entre outros.

O anúncio ocorreu ao lado do presidente da França, Nicolas Sarkozy, e do presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso.

O jornal francês "Le Monde" informou neste sábado que o objetivo da visita de Sarkozy a Camp David, onde ocorreu a reunião com Bush, era o de apressar o possível encontro.

Para a iniciativa, o francês contava com o apoio expresso do secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Ban Ki-moon, segundo a publicação parisiense.

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