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15/10/2008 - Folha da Manha Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Delegado investiga envolvidos em fraude


A comitiva da Corregedoria Geral da Polícia Civil (PC) formada por um delegado e duas inspetoras ouviu na tarde de ontem 12 pessoas que teriam sido vítimas de acidentes de trânsito que estão citadas no inquérito que apura denúncias de possível envolvimento de alguns policiais civis da região e peritos médicos do Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto, em Campos, em fraudes para a concessão de seguro obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores (DPVAT). Advogados contratados para fazer a solicitação do seguro e encaminhá-la às empresas seguradoras também prestaram depoimento. As vítimas ouvidas ontem apresentaram documentos que confrontam as denúncias de possíveis fraudes e que lhes dariam o direito ao benefício ainda não liberado pela seguradora.

Uma das denúncias à Cor-regedoria foi de que policiais e médicos estariam recebendo propina de advogados para registrarem situações de acidentes de trânsito, ignorar a necessidade de fazer uma petição ao delegado para confeccionar registros dias depois do fato e, ainda, emitir laudos falsos sobre as lesões sofridas pelas vítimas. As irregularidades beneficiariam os servidores públicos e também os advogados, que receberiam de 20% a 35% do valor do benefício concedido a “vítima”.

Enquanto a oitiva acontecia na Coordenadoria de Polícia do Interior (CRPI), uma vítima de acidente compareceu à 134ª DP para registrar acidente que aconteceu no dia 5. A dona de casa Daniele Bernardo Silva, 32 anos, grávida de quatro meses, em posse de toda documentação exigida foi registrar o fato na delegacia, mas deparou com a informação de que seria necessário encaminhar uma petição do delegado titular Sérgio Lorenzi. No entanto, ao verificar que ela portava todos os documentos necessários como: Boletim de Atendimento Médico (BAM), Registro da Polícia Militar no Local (Blat), em anexo xérox da documentação do veículo atropelador e seu condutor, a delegada Ana Paula de Oliveira determinou que o RO fosse feito de imediato.

— É necessária a petição, quando a vítima não está de posse de toda documentação exigida que comprove o ocorrido. Assim, através da Petição o delegado solicita essa documentação aos órgãos competentes. No caso dela, todos já estavam em seu poder e o registro pôde ser confeccionado — explicou a delegada.

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