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12/10/2008 - SEGS / Revista Apólice Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Orientação especializada evita que seguradoras tenham prejuízos


Há menos de quinze dias, o Brasil inteiro se deparou com uma notícia espantosa: um carro apreendido na noite de 24 de setembro, em São Paulo, havia acumulado mais de R$ 3 milhões em multas de trânsito durante sete anos.

Apesar das 899 infrações cometidas, o condutor do veículo não tem nenhum ponto registrado em sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Isso ocorreu porque, ao comprar o automóvel, o novo proprietário não transferiu para seu nome o bem, que foi adquirido em leilão. Por essa razão, todas as multas eram enviadas para o proprietário anterior: uma companhia de seguros, que, por sua vez, só informou a venda do veículo em 2005, quatro anos depois de ele ter sido comercializado em leilão.

O caso foi parar na Justiça, pois a dívida com a Fazenda Pública continua ativa e, provavelmente, a seguradora terá que arcar com o prejuízo.

Esse acontecimento chama a atenção por causa do valor das multas acumuladas, mas histórias assim acontecem com freqüência, já que, por causa do volume de trabalho e de sinistralidade, muitas vezes as seguradoras não conseguem dar a devida atenção para a documentação dos veículos que são leiloados.
Nessa hora, é importante poder contar com a orientação de uma empresa especializada em documentação de veículos. “O artigo 134 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) diz que é obrigatório fazer a transferência do veículo em até 30 dias após a sua comercialização, pois caso contrário o comprador fica sujeito a multa, que no estado de São Paulo corresponde a 1% do valor venal do veículo. Mas maior atenção deve ter o vendedor do automóvel, que precisa comunicar a venda do veículo ao Departamento Estadual de Trânsito. Para isso, é necessário assinar o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), ir ao cartório para reconhecer firma e fazer uma cópia autenticada do documento. Se essas precauções não forem observadas, o antigo proprietário continua respondendo civilmente pelo bem”, diz a diretora de negócios da Marinho Despachantes, Elza Aguiar.

Foi pensando em facilitar a vida do mercado segurador, que a Marinho Despachantes desenvolveu, há aproximadamente dez anos, dois serviços exclusivos para esse segmento: o Doc Sinistros e o Doc Salvados.

O Doc Sinistros é um serviço que oferece orientação sobre toda a documentação necessária para garantir maior agilidade no pagamento das indenizações, além de conseguir detectar fraudes ou irregularidades e evitar que as seguradoras efetuem pagamentos indevidos. A velocidade na indenização do sinistro também permite à companhia de seguros, a comercialização dos veículos salvados no prazo médio de 15 dias.

Já o Doc Salvados, realiza uma minuciosa análise dos documentos, com o objetivo de apontar, com rapidez, a solução ideal para regularizar a documentação do veículo salvado ou reintegrado e disponibilizá-lo logo para a venda.

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