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11/10/2008 - Zero Hora Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia flagra funcionário de posto de saúde vendendo medicamentos na Capital

Por: Jocimar Farina


A Polícia Civil descobriu que um funcionário do Centro de Saúde Vila dos Comerciários, localizado na Vila Cruzeiro, na Capital, vendia medicamentos que deveriam ser distribuídos gratuitamente para os usuários do posto.

Na sexta-feira, um estoquista de uma empresa terceirizada, responsável por armazenas os remédios que chegam ao posto, foi flagrado vendendo 300 comprimidos de Omeprazol, usado no combate à úlcera, e de Metformina, indicado no combate da diabetes.

Para realizar o flagrante, um funcionário da empresa que presta serviço de segurança no posto forjou precisar dos remédios. A Delegacia de Homicídios e Desaparecidos foi informada sobre a negociação.

No dia e hora marcados, o funcionário foi detido no estacionamento do posto ao entregar os remédios e receber a quantia de R$ 100. O caso veio à tona após a investigação da empresa de segurança que presta serviço no local. Havia a desconfiança que remédios estavam desaparecendo. Também apareceram receitas com quantidade de medicamentos acima do normal.

A polícia também investiga a possibilidade de receitas médicas terem sido forjadas, como informa o chefe de investigação da delegacia, Pedro Diniz:

— Vamos investigar para saber se essas assinaturas são verdadeiras.

Foram apreendidas três notas, com assinaturas de dois médicos. Os medicamentos seriam vendidos com a chamada meia-nota, ou seja, se custasse R$ 200, o remédio era vendido a R$ 100.

O funcionário foi ouvido na delegacia por aproximadamente duas horas. Ele apontou outras três pessoas que participariam do esquema. Também informou que boletins falsos de atendimento eram gerados para explicar a retirada de medicamentos do posto. Ele foi indiciado por peculato e vai responder o inquérito em liberdade.

O coordenador da Assessoria Jurídica da Secretaria, Marco Antônio Bernardes, informa que, a partir de segunda-feira, todas as pessoas citadas serão chamadas. Aquelas que forem apontadas pela polícia como participantes no esquema serão afastadas:

— Todos os funcionários que forem indicados serão afastados.

Uma sindicância será aberta pela Secretaria da Saúde. A prefeitura ainda não sabe dizer em quanto foi lesada.

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