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07/10/2008 - Diário da Amazônia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falsário é flagranteado no HB


Preso nesta terça-feira (07) por tentativa de estelionato, Osmar Alves de Lima, 53 anos de idade, foi flagranteado dentro do Hospital de Base Ary Pinheiro, na Capital, quando tentava receber em dinheiro por procedimentos médicos feitos na unidade pública de saúde. “Só ficamos sabendo do fato porque a paciente que foi cobrada contou para um dos nossos médicos, e ele informou para a direção”, diz Amado Rahhal, diretor do HB.
Segundo o diretor, a vítima denunciou que Osmar se passava por médico e justificava a cobrança dizendo que faltava anestesia no hospital para que a cirurgia da paciente fosse feita. “Ele cobrou o valor de R$ 1,5 mil para conseguir a anestesia para a mãe dela que estava internada, para acelerar o procedimento cirúrgico”, diz.

Flagrante

A direção do HB comunicou à Polícia Civil que enviou dois agentes ao local. “A vítima ligou para Osmar dizendo que já tinha parte do dinheiro em mãos, um total de R$ 750,00. Ele foi ao encontro dela e pediu a uma enfermeira para usar uma das salas da Unidade. Ao entrar na sala com a mulher Osmar perguntou pelo dinheiro, os agentes entraram e o surpreenderam”, conta Amado Rahhal. “Como o homem se veste todo de branco e tem uma postura muito normal, ninguém desconfiaria se não fosse denunciado, já que não usamos crachás ou qualquer outro documento de identificação”, revela o diretor.

Versão

Quando questionado sobre a sua formação profissional, Osmar responde que é formado como bioquímico, na Universidade Federal do Paraná. “Eu não estava lá para enganar ninguém. Fui ao hospital para buscar uma biópsia de outro paciente, mas essa senhora me procurou para pedir ajuda quanto aos procedimentos de avaliação cardiológica que a mãe dela precisava fazer antes da cirurgia que estava marcada. Eu não cobrei, mas disse que para que ela fosse removida a uma clínica particular onde pudesse fazer os exames , que ficaria em torno desse valor mesmo que ela falou”, conta o homem.
Osmar não tem documento ou identificação que comprove a formação profissional e garantiu trabalhar há um ano no laboratório “Almeida”, localizado na avenida Jorge Teixeira. Amado Rahhal telefonou para um amigo particular que informou a existência do suposto proprietário do laboratório. “Mas o homem que conheço como Almeida não tem mais laboratório nenhum aqui. Hoje ele mora em Curitiba”, afirma o diretor do HB.

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