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07/10/2008 - TVI Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresa produtora indiciada por fraude


A JP Sá Couto, a empresa que produz os mini-computadores «Magalhães», foi indiciada de fraude e fuga ao IVA em 2005. O processo terá lesado o Estado em mais de 5 milhões de euros.

A empresa JP Sá Couto, juntamente com um dos administradores, fazem parte de um grupo de 41 arguidos acusados de associação criminosa e fraude fiscal.

O caso diz respeito a factos ocorridos entre 1998 e 2001, em que fabricante e administrador são acusados de pertencer a um esquema no ramo informático conhecido como «fraude carrossel».

Alegadamente eram feitas transmissões sucessivas em círculo dos mesmos bens, entre diversos operadores sedeados em mais do que um Estado da União Europeia. Desta forma, os operadores conseguiam não pagar o IVA que tinham em dívida.

O fabricante do «Magalhães» ocuparia a posição de elo final no circuito carrossel, ao receber e reencaminhar os produtos. Com este esquema, a JP Sá Couto alcançaria, ao que tudo indica, um lucro de 4% sobre a mercadoria facturada.

Além da acção penal, o Estado português pede uma quantia de mais de 5 milhões de euros pelos danos do crime. Na altura dos acontecimentos, a empresa responsável pelo computador «Magalhães» entregou a contestação ao tribunal e informou também os fornecedores e entidades bancárias dos factos em causa, tendo estes manifestado total confiança na empresa.

Os arguidos rejeitam as acusações e, num comunicado assinado pela administração e enviado à imprensa, a JP Sá Couto recorda que o caso tem vários anos e diz que aguarda serenamente o desfecho do julgamento.

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