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23/09/2008 - 24 Horas News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Bandidos aplicam golpe do crédito telefônico de dentro de pensídios

Por: José Ribamar Trindade


Uma quadrilha está usando o nome da Polícia Civil, de delegados, da Polícia Militar e de oficiais para aplicar golpes por telefone. “O golpe da água e do gás”, vem causando prejuízos e dor de cabeça para comerciantes e empresários do ramo.

Polícia suspeita que uma quadrilha esteja agindo de dentro para fora de algum presídio de Mato Grosso, ou até mesmo de fora do Estado, pois algumas ligações telefones são transmitidas de DDDs de outras cidades.

A mais recente vítima perdeu R$ 280 em cartões telefônicos em questão de minutos. Desta vez os bandidos usaram o nome de um delegado da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DRRFV).

Usando de muita criatividade e contando com a inocência de pessoas honestas e trabalhadoras, um bandido ligou para a Comercial Paiaguás“, um mercado localizado na Rua B do bairro Residencial Paiaguás, em Cuiabá e fez um pedido por telefone.

”Me entrega até na Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos um botijão de água e um botijão de gás. Coloca também, no meu celular 9205, final 75, cinco cartões telefônicos da Claro no valor de vinte e um reais e trinta e cinco reais no celular da TIM, 8119, final 56. Quem vai pagar é o delegado - nome preservado -,quando foi entregue a água e o gás“, disse o homem, até então tratado como cliente.

Minutos depois, no entanto, a mesma pessoa ligou e perguntou se o entregador já havia saído. Ao receber a resposta positiva, o falso cliente fez o segundo pedido: ”Aqui é o delegado novamente. Coloca mais cinco cartões de vinte e um reais no celular da Claro e mais trinta e cinco reais nos mesmos números de celulares anteriores, obrigado“.

Só que, quando o entregador Carlos Diogo de Jesus, chegou à Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos, localizada na mesma região da Comercial Paiaguás, descobriu que a empresa havia sido vítima de um golpe de estelionato pelo telefone.

A empresa só não perdeu a a água e o gás que foi entregar, porque na realidade o delegado nem sabia o que estava acontecendo. ”Ninguém pediu água e gás aqui não meu amigo. “Acho que você deve ter anotado o endereço errado“, disse um policial da DRRFV ao entregador.

O empresário Janadir Alves de Souza, de 56 anos, dono da Comercial Paiaguás, disse na manhã de ontem, que é muito difícil, principalmente por telefone, se aimaginar que se trata de um golpe, principalmente quando alguém usa criminosamente o nome de uma delegado.

”Meu prejuízo foi de 280 reais, apenas em cartões telefônicos para celular, mas poderia ter sido mais. Infelizmente a gente não poderia deixar de confiar na palavra de um delegado, pois não imaginávamos que se tratava de um golpe“, afirmou o empresário.

ALERTA GERAL

O empresário Janadir Alves, dono da Comercial Paiaguás, no entanto, segundo a Polícia, não é a primeira vítima do golpe do “cartão telefônico”. mais de duas dezenas de pessoas já caíram no mesmo golpe, onde os bandidos usam nomes de delegados da Polícia Civil e de oficiais da Polícia Militar.

Dias atrás, um comerciante localizado na Rua Miranda Reis, no bairro Poção, foi contatado por telefone, para entregar água, gás e colocar alguns cartões telefônicos em um telefone celular.

A água e o gás, segundo o o pedido do falso cliente, seriam entregues para um oficial da Polícia Militar que estava no plantão da Delegacia Metropolitana, a poucos metros do comércio.

Ao chegar à Delegacia Metropolitana, o funcionário da empresa de água e gás fez contato com o investigador José Pires (Zezinho), quando descobriu que havia sido mais uma vítima da quadrilha que vem agindo de denrtro dos presídios de Mato Grosso.

“O pobre do comerciante nem vende cartões telefônicos, muito menos para celular, mas como foi o pedido de um oficial, ele mandou comprar os cartões na farmácia e colocou no número indicado pelo falso cliente. Não vendam cartões telefônicos pelo telefone”, alerta o investigador Zezinho.

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