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23/09/2008 - O Povo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha de clonadores começa a ser desarticulada


Cerca de 250 cartões de débito clonados foram apreendidos pela Delegacia de Defraudações e Falsificações na madrugada do último sábado. O material seria utilizado por uma quadrilha interestadual e foi encontrado em uma casa de veraneio na praia do Cumbuco. O paulista André Vinicius Almeida Cunha, 22, estava no local no momento da apreensão e foi preso acusado de participar do esquema. Ele está no Ceará há 20 dias e seria o responsável por produzir os cartões de débito falsos.

Os outros integrantes da quadrilha ainda não foram identificados. "Em casos como esse são, pelo menos, dez pessoas envolvidas. A gente ainda está em processo de investigação", informa o titular da delegacia, Andrade Júnior. Ele acredita que essa ação da Polícia pode ter evitado um golpe de até R$ 1 milhão. "As quadrilhas procuram aplicar golpes em locais com grande fluxo de turistas porque sabem que eles costumar ter mais dinheiro no banco."

Os cartões clonados eram de clientes de diferentes bancos, como Bradesco, Caixa Econômica, Banco Real e Banco do Brasil. "Mas eles não chegaram a ser usados porque o André ainda estava concluindo o processo de clonagem", diz o delegado. Também foram apreendidos sete celulares e um equipamento utilizado para transferir dados de um computador para cartões virgens. Todo o material será encaminhado à Justiça para auxiliar na investigação.

Andrade Júnior explica que o processo de clonagem possui mais de uma etapa. A primeira é a instalação de um equipamento - conhecido popularmente por "chupa-cabra" - nos terminais de auto-atendimento. Trata-se de um dispositivo onde é acoplada uma microcâmera que capta a imagem da senha e da numeração do cliente. Os dados obtidos são transferidos para o computador através de um pen drive. A última etapa - que cabia ao paulista preso - é passar essas informações do computador para o cartão virgem por meio de um equipamento que coleta dados.

O acusado está detido na Delegacia de Defraudações e Falsificações, no Centro. A pena prevista para casos de estelionato é de um a cinco anos de detenção. Este ano, 20 pessoas foram presas no Ceará acusadas de clonar cartão. "Chegam várias ocorrências aqui de pessoas que têm as contas invadidas", relata Andrade Júnior.

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