Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


Acompanhe nosso Twitter

22/09/2008 - O Documento Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falsificação atinge o segmento de produtos de limpeza em MT


Além de cds, produtos eletrônicos, roupas e acessórios, a “indústria da falsificação” de marcas e bens de consumo agora também age no segmento de produtos de limpeza. Além do prejuízo financeiro para os fabricantes dos produtos originais, a falsificação pode acarretar inúmeros problemas não só para o bolso, como principalmente para a saúde dos consumidores. Importantes para a limpeza e desinfecção de ambientes, os produtos saneantes contribuem para evitar o aparecimento de doenças causadas pela falta de limpeza, ação que fica comprometida por conta do uso de produtos clandestinos.

Colocados em vidros, garrafas plásticas reutilizadas e até mesmo nas embalagens originais das marcas, produtos como amaciantes, águas sanitárias, detergentes e outros saneantes escondem inúmeros riscos para a saúde. Vendidos nas ruas e em estabelecimentos comerciais, geralmente com preços mais baixos, os saneantes falsificados não apresentam garantias de controle de qualidade e informações sobre a composição e origem da matéria-prima.

No caso da água sanitária, por exemplo, que tem o cloro em sua composição, uma baixa concentração pode tornar sua ação bactericida ineficiente, e desta forma, o consumidor pode ter a falsa impressão de que está desinfetando, eliminando germes e bactérias, quando na verdade não está. Quando em excesso, o teor cloro pode ser prejudicial à saúde, que resulta em casos de intoxicação, irritações na pele e até mesmo queimaduras. Um estudo da Anvisa aponta que cerca de 40% da água sanitária consumida no Brasil é de origem ilegal, e não há controle nenhum da dosagem de seus componentes.

Além de ações pontuais e controles pelos órgãos responsáveis, uma das formas de se inibir a “pirataria” destes produtos é por meio da orientação dos consumidores. Para conscientizar sobre os riscos é fundamental a informação. Cartilhas, dicas de como identificar os produtos falsificados e como o que observar atentamente embalagens e rótulos são fundamentais.

O químico Celso Miranda de Lima, da Indústrias Anhembi, fabricante da marca Q´Boa esclarece que o consumidor final deve ficar atento para alguns detalhes na hora de verificar a autenticidade dos produtos nos pontos de venda. Segundo ele, o consumidor deve verificar a embalagem e o lacre dos produtos e ainda ler e analisar os dizeres da rotulagem, observando a existência do número de registro na ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), obrigatório para água sanitária e demais produtos indicados com ação desinfetante e bactericida. Também deve constar o nome do responsável técnico e seu respectivo número de registro no Conselho de Classe.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 257 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2016 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal