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22/09/2008 - Jornal Local On-line Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Bom Jardim: fraude no DRH da Prefeitura


Ex-funcionário da Prefeitura (1993-2003), Gedeon Martins da Cunha, 36 anos, motorista, residente em Caldas Novas/Go, segundo ele, precisou se deslocar até Bom Jardim pois foi contatado pelo gerente da Caixa Econômica Federal, agência de Iporá, solicitando deste a confirmação de um empréstimo de R$ 9.900,00 supostamente requisitado por Gedeon, a ser pago em 72 meses com prestações de R$ 350,00 (total R$ 25.200,00).

“Eu era concursado como vigilante noturno mas trabalhava de motorista. Daí tive problema familiar e em 2003 eu abandonei o serviço e nunca nem acertei conta com a prefeitura. Fui morar no Mato Grosso do Sul, depois mudei pra Caldas Novas onde trabalho de motorista numa empresa de ônibus. Quando o gerente da Caixa me ligou dia 11 de setembro eu falei que não sabia de nada e que nem trabalhava na prefeitura. Eles colocaram eu como eletricista, e de energia eu só sei que passa pelos fios...”, argumenta Gedeon que recebe atualmente o salário de R$ 733,00 como motorista de ônibus em caldas Novas.

No holerite de julho deste ano, assinado pelo diretor do Departamento de Recursos Humano, Vinícius Duarte Sousa, consta que Gedeon foi admitido em 01 de abril de 2002, para o cargo de eletricista, com o salário de R$ 1.168,10. Há inclusive o desconto de R$ 128,49 para o Ipasbo, órgão da previdência municipal. O endereço, segundo Gedeon, pelo talão da Celg, ao que tudo indica uma montagem, é frio pois ele nunca morou neste endereço e nem tem parentes que moram. Pelo site da Celg constatamos que o nome real do cliente que aparece é de A.A.Ferreira (preservamos a identidade).

Por telefone a nossa reportagem tentou falar com o diretor do DRH da prefeitura, Vinícius Duarte, porém, a informação que obtivemos é que ele não estava, que não se sabia que hora chegaria. Tentamos também pelo seu celular, mas o mesmo encontra-se desligado e ou fora da área de cobertura. Falamos com o gerente de crédito consignado da Caixa Econômica Federal, de Iporá (nome reservado), que disse considerar gravíssima a situação mas que no momento nada tinha a declarar e que só uma investigação minuciosa poderá detectar a veracidade e o grau da possível fraude. No holerite consta ainda o número de uma conta corrente no Banco do Brasil, supostamente de Gedeon, mas que está em nome de I.J.R.R, conforme o extrato de movimentação (preservamos a identidade).

Gedeon que exige apuração do caso informou que seria feita uma representação criminal contra os responsáveis pela fraude, e também responsabilizar a Prefeitura pelo ocorrido. Para Gedeon, uma grande coincidência favoreceu que a fraude não tivesse o sucesso almejado pelos autores porque a pessoa que faz o preenchimento preliminar da documentação, por ser conhecida da esposa dele colocou o fone celular desta para contato, acreditando que ele teria voltado para reassumir suas funções. Voltaremos ao assunto na próxima edição.

PREFEITO PEDIU MAIS 6 MESES PARA RESPONDER AO MP SOBRE DIFERENÇA DO ITBI

No dia 2/09 o prefeito Manoel Luiz respondeu ao ofício da promotora Fabiana Cândido, que o inquiria para o dia 30 de agosto, explicações sobre a diferença de quase 770 mil reais na arrecadação do ITBI com relação ao fornecido ao TCM, entre 1 de janeiro de 2003 a 30 de novembro de 2007. O ofício da Promotoria pedindo informações ao prefeito Manoel Luiz se deu pelo Requerimento do vereador Manoel Campim, em janeiro deste ano, solicitando do MP que investigue o assunto.

“O prefeito demorou muito pra responder e ainda pediu mais seis meses para complementar as informações, ao meu vê evasivas e propositais com o objetivo de retardar uma conclusão do Ministério Público”, comentou o autor do requerimento. Depois de pedir sessenta dias para responder ao MP o prefeito Manoel Luiz alega “alto grau de complexidade” para o levantamento da documentação, daí a razão de mais 180 dias de prazo que finda em 2/03/09.

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