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26/09/2006 - Jornal da Paráiba Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Professor forja o próprio seqüestro, pede R$ 10 mil e termina na prisão

Por: Beth Torres e Fernando Ivo


O professor de Português Cilas Ferreira de Lima, 45 anos, foi preso ontem pela manhã, no município de Coremas, por agentes do Grupo de Operações Especiais (GOE) acusado de forjar o próprio seqüestro, após sair de casa no bairro de Valentina de Figueiredo, em João Pessoa. O acusado estava desaparecido desde o último domingo e os supostos seqüestradores estavam cobrando R$ 10 mil da escola onde trabalhava para que ele fosse libertado. Cilas só chegou em João Pessoa na noite de ontem e será apresentado hoje pela Secretaria de Segurança e Defesa Social.

Policiais do GOE mapearam as ligações feitas pelo acusado e conseguiram prendê-lo escondido na casa de um primo, na cidade de Coremas, de onde ele é natural. De acordo com a Assessoria de Comunicação da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, o professor será autuado pelos crimes de prestação de informações falsas e estelionato.

Desde a última sexta-feira, a direção do Centro Profissionalizante Deputado Antônio Cabral (CPDAC), recebia ameaças de ter um dos funcionários seqüestrado, caso não fosse pago o valor pedido pelo suposto seqüestrador. Na tarde da última sexta-feira, o professor Cilas disse ao diretor que foi abordado, no caminho de casa para o trabalho, por dois homens em uma moto que mandaram repetir as ameaças, feitas anteriormente por telefone, à direção da escola. Ele disse que questionou o pedido de dinheiro à escola, mas havia dito que os assaltantes viram na internet o valor das verbas recebidas pela instituição.

O diretor-geral da escola, Pedro Alves, prestou queixa na polícia sobre as ameaças, reuniu os professores e pediu atenção deles para alguma situação estranha. No domingo de manhã, o acusado desapareceu após avisar à mulher que iria à casa da irmã. O professor teria ligado do celular dele para a irmã avisando do seqüestro, dizendo que estava bem. Cilas Ferreira está em João Pessoa, onde após decisão da Justiça, deverá ser enviado para um dos presídios da capital. O crime de estelionato prevê pena de oito a dez anos de detenção.

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