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22/09/2008 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falta de informação prejudica vítimas de crimes virtuais

Por: Gabriela Suzano de Albuquerque


O avanço tecnológico está presente no dia-a-dia de cada um de nós, mas saber como encarar os problemas conseqüentes do mundo moderno não é tão simples assim. A vida pessoal e até mesmo profissional de muitos está voltada hoje para a internet. A facilidade de acesso e de comunicação do meio atrai milhares de pessoas do mundo todo. Mas o crescimento da mídia faz com que aumente também a violência, virtual no caso, mas que atinge cerca de 10% da população mundial. Crimes como invasão de privacidade, pedofilia, falsificação de identidade, entre outros, são freqüentes na rede. Mas, na sua maioria, não se tornam públicos.

Em primeiro lugar, é difícil reconhecer quando você é vítima de um crime virtual. Nem sempre a fraude é de grande porte, ou mesmo visível de imediato. A segunda e principal questão em minha opinião é o suporte as vítimas desses crimes. Muitas não sabem a quem recorrer, e muito menos têm conhecimento que em sua cidade pode existir uma delegacia especializada no assunto.

Em meados de 2007, quando fiz a matrícula on-line da faculdade onde estudo, percebi que algo estava errado. Sempre que cadastrava as disciplinas, o sistema alegava que eu havia cancelado todas as opções e não estava matriculada no curso. Sem saber como agir e o que de fato estava acontecendo, procurei o departamento de informática e a administração da universidade, que durante meses resistiram a acreditar que o sistema era falho e havia sido invadido.

O desconhecimento das pessoas sobre a existência desses crimes pode causar as vítimas muito desconforto como situações de desconfiança, calúnia e até difamação. A Polícia do estado do Rio de Janeiro deveria investir mais em publicidade para alertar a população de que no centro da cidade existe a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, a DRCI, que atende a todos os crimes ligados à internet. O telefone da Delegacia é (21) 3399-3201.

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