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16/09/2008 - Notícias do Estado de Go Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia alerta para falsos seqüestros


As Polícias Civil e Militar alertam para os falsos seqüestros que vêm fazendo vítimas em Goiânia. De acordo com dados da Polícia Militar, há uma média de seis casos por mês na capital. No golpe, o criminoso entra em contato com uma família cobrando resgate por um de seus membros supostamente seqüestrado. Por telefone, passa número de conta ou combina local para receber o dinheiro. Segundo o titular da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), Itamar Lourenço, mais de 80% destas ligações são oriundas de presídios de outros Estados. “A Deic já efetuou prisões em flagrante de pessoas que davam suporte para que presos pudessem praticar este crime”.

Geralmente nestes casos, o falso seqüestrador finge que tem em suas mãos uma pessoa da família e cobra um resgate para que ela seja libertada. “Quando a vítima cai no golpe, o criminoso passa um número de conta para que o dinheiro seja depositado”, diz o delegado. Existe ainda uma outra modalidade deste golpe: neste caso, o bandido se passa por um parente distante da vítima que estaria passando por dificuldades e que necessita de um empréstimo em caráter de urgência. “Estas são as formas mais usuais constatadas pela polícia”, detalha o delegado.

De acordo com o major Wesley Siqueira Borges, comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar, em média há seis casos de falso seqüestro por mês na capital. “Mas a grande maioria não registra a queixa, seja por medo de algum tipo de represália ou até por não acreditar que a polícia vá resolver”, diz. O comandante alerta que a vítima do golpe deve manter a tranqüilidade e não passar mais informações pessoais aos criminosos.

A Polícia Civil orienta que, ao receber qualquer ligação neste sentido, não tome nenhuma atitude sem procurar a ajuda dos policiais. “Até porque, se for um caso concreto, a polícia é que está prepara para lidar com a situação”, explicou o delegado ao ressaltar que, independente do fim da situação, a orientação é para que se faça o registro da ocorrência. “A partir daí vamos acrescentando os dados no banco de informações da Polícia Civil, traçando o perfil de criminoso, o perfil das vítimas, facilitando o trabalho de prevenção e combate dos policiais”.

Mais informações: na Deic (62- 3250 1134) ou na PM (62- 3201 1453)

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