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14/09/2008 - Jornal Cidade (Rio Claro) Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Acirc alerta comerciantes sobre notas falsas


A Associação Comercial e Industrial de Rio Claro (Acirc) sempre divulga a seus associados alertas e dicas de segurança aos comerciantes em geral. Através da imprensa e também em seu site, e especificamente a seus associados através do informativo mensal e da newsletter enviada semanalmente por e-mail, ou ainda por meio de correspondências, se for necessário, a associação sempre busca alertar os comerciantes.
No caso específico de notas falsas, toda vez que aparecem casos na cidade a entidade realiza a divulgação alertando e também apontando as formas mais grosseiras de falsificação, bem como os itens de segurança constantes nas cédulas.
A Acirc já divulgou a existência de equipamentos que ajudam a identificar notas falsas. Para proteger seus associados, a Acirc promove no próximo dia 20 de outubro, a partir das 14 horas, um curso com duração de 3 horas para até 30 pessoas com o tema "Conheça seu dinheiro", ministrada por analistas do Banco Central, e no mesmo dia uma palestra também ministrada pelos analistas com o mesmo tema, às 19h30, que falará exatamente sobre notas falsas e ensinará o comerciante a analisar melhor a nota.
Em Rio Claro, os comerciantes ouvidos pela reportagem do JC disseram que a nota de R$ 50,00 é a mais visada pelos falsificadores. Por outro lado, alguns comerciantes já possuem a máquina que testa a autenticidade das cédulas.

A prisão

A Polícia Federal (PF) prendeu nove acusados de participarem de uma quadrilha de falsários acusada de espalhar, nos últimos nove meses, cerca de R$ 2,2 milhões (R$ 250 mil por mês) em notas falsas de R$ 5 a R$ 100. O bando agia em seis estados e fornecia as notas para guardadores de carros, cambistas, bingos clandestinos, traficantes de drogas e comerciantes. A Justiça Federal havia decretado a prisão de 11 acusados e concedido 70 mandados de buscas e apreensão, dos quais 22 em São Paulo.
Um dos acusados de liderar a quadrilha, conhecido como Abel, havia sido preso por tráfico de drogas pela PF. O outro homem foi detido na última terça-feira, 10, em São Paulo. As investigações prosseguem e novas prisões podem acontecer.
Os agentes encontraram ainda três gráficas usadas para falsificar as notas - uma no centro de São Paulo e outras duas em cidades da região metropolitana. "As notas eram de boa qualidade. Os criminosos conseguiam fazer a marca d água, a fita de segurança e reproduziam até mesmo o relevo do papel moeda", contou o delegado.
Segundo ele, a quadrilha era bastante hierarquizada. Os chefes encomendavam as cédulas em três gráficas, providenciavam a matéria-prima e, depois, entregavam pacotes da mercadoria para sete grandes distribuidores. Estes usavam dezenas de pessoas para pulverizar o dinheiro no mercado. Os chefes trocavam o dinheiro na proporção de cinco notas falsas para uma verdadeira. Depois, repartiam o lucros entre os diversos integrantes do bando.
A PF havia ainda pedido a prisão de outros 12 acusados, mas o juiz Alexandre Cassetari, da 4ª Vara Federal de São Paulo, negou. Ele entendeu que a prisão temporária dos acusados não havia sido demonstrada como imprescindível às investigações do caso. Além de atuar em São Paulo, o grupo agia ainda em Alagoas, Amazonas, Rio Grande do Norte, Minas e Rio. Havia nove meses que a PF investigava a quadrilha, desde que foi detectado um derrame de notas falsas no Paraná.

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