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23/09/2006 - Jornal da Manha Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpe na Praça - DIG localiza cédulas falsas, droga e munição


Agentes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Marília apreenderam ontem, em duas residências da cidade, R$ 2.050 em cédulas falsas. Também foram localizadas munições de vários calibres e uma porção de cocaína, com aproximadamente 30 gramas. Três pessoas acabaram detidas e o caso encaminhado à Polícia Federal, por envolver o crime de falsificação de moeda. As réplicas foram consideradas sofisticadas, só reconhecidas pela repetição nos números de série.
Comandada pelo delegado José Carlos Costa, policiais da DIG realizaram a primeira busca numa casa da rua Machado de Assis, na vila Marília, zona Norte da cidade. O suspeito, Daniel Beiro de Almeida, de 23 anos, estava ausente, porém a esposa recebeu os agentes e acompanhou a vistoria.
Em um guarda-roupas os policiais encontraram 25 cédulas falsificadas, no valor de R$ 50. “Decidimos esperar por ele (Daniel), após recebermos a informação de que o dinheiro era dele. Fizemos uma campana em volta da casa e aguardamos”, contou o delegado.
Por volta das 11h30, o morador chegou acompanhado de mais dois homens, em um veículo Ford Fiesta. Eles foram identificados como Alexandre Guilherme Rui Avelino, o “Xan”, de 24 anos e Thiago dos Santos Silva, conhecido como “Saci”, de 20.
Na residência de Avelino, situada na rua Almirante Tamandaré, bairro Alto Cafezal, os agentes encontraram mais 16 notas de R$ 50 supostamente falsificadas. Além dos dinheiro, também foi localizada uma porção de cocaína e várias munições, entre cartuchos calibres 32, 38 e 357.
Os três foram levados à sede da Polícia Federal de Marília e apenas “Saci” conseguiu escapar da prisão em flagrante. O envolvimento dele com os criminosos ainda está sob investigação. A polícia também apura a origem das cédulas apreendidas.
Daniel Beiro de Almeida e Alexandre Rui Avelino foram autuados de acordo com o artigo 289 do Código Penal (crime de falsificação) e recolhidos na Cadeia Pública de Pompéia. A pena prevista nestes casos é varia de três a 12 anos de prisão. Avelino deve responder também pela posse da munição.

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