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08/09/2008 - ansalatina Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ex-banqueiro Juan Peirano será extraditado para o Uruguai


MONTEVIDÉU, 8 SET (ANSA) - A extradição dos Estados Unidos para Montevidéu do ex-banqueiro uruguaio Juan Peirano será realizada possivelmente entre hoje e amanhã, após a qual ele será colocado à disposição da justiça para responder a um processo por fraude de US$800 milhões de dólares.

O ex-banqueiro, detido desde de 2006 nos Estados Unidos, irá retornar ao país sob a custódia de uma equipe especial da Interpol designada pelo governo uruguaio, logo após a justiça de Washington conceder sua extradição.

Peirano, cuja chegada pode atrasar devido à passagem do furacão Ike, será julgado pela quebra do Banco de Montevideo, ocorrida em 2002, que provocou uma crise de confiança no sistema financeiro uruguaio.

Do aeroporto internacional de Carrasco, Peirano será conduzido a Juizado Penal de 7o turno, a cargo da juíza Graciela Gatti, onde irá prestar depoimento e deverá solicitar um advogado.

Posteriormente, irá começar a fase de inquérito na qual a justiça irá dispor de 48 horas para determinar se processa Peirano ou se o deixa em liberdade enquanto continua a investigação.

Juan Peirano, junto com seus irmãos José, Jorge e Dante, foram acusados em 2002 de operações ilegais em instituições financeiras do Uruguai, Argentina e Paraguai.

José, Jorge e Dante foram presos em agosto desse mesmo ano em Montevidéu, enquanto Juan Peirano ficou foragido até sua detenção em 2006 em um edifício na cidade norte-americana de Miami.

Juan Peirano era o chefe do Vélox, empresa que operava o Banco Montevideo do Uruguai, o Alemán do Paraguai e o Trade and Commerce Bank (TCB) das Ilhas Cayman, além de outras empresas em países da região.

José, Dante e Jorge cumpriram prisão durante quase cinco anos no Uruguai, mas foram libertados em maio de 2007.

Jorge e Dante enfrentam pedidos de extradição feitos pela justiça paraguaia, mas não poderão ser enviados a este país até que cumpram a condenação no Uruguai pelas manobras que acabaram com a quebra dos bancos Montevideo e Caja Obrera, pelo qual foram processados em 2002.

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