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06/09/2008 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Derrame de carteiras de habilitação falsas beneficiou até traficante de drogas


RIO - Conseguir carteira de habilitação falsa no Rio é tão fácil que até traficantes de drogas procurados estão andando por aí com elas. Policiais civis descobriram que Luiz Felipe Madureira de Souza, de 55 anos,ócio da empresa Star Light Comércio e Representações Ltda, era, na verdade, o despachante José Felipe de Souza Barreto, acusado de fornecer carteiras de habilitação para um grupo de traficantes de uma das maiores facções do crime do Rio, como informa reportagem de Antônio Werneck e Selma Schmidt, publicada neste domingo pelo jornal O Globo. Depois de ter sua prisão preventiva decretada pela Justiça, em abril, José Felipe desapareceu. Agora, é considerado foragido e procurado.

Usando os documentos "frios", José Felipe montou um escritório na Avenida Presidente Vargas, próximo ao prédio do Detran, no Centro. Na sala que alugou, repórteres do GLOBO não encontraram ninguém. Mas, no local, operava uma central para legalizar a vida da nata do crime organizado carioca. Um dos seus clientes era Antonio de Souza Pereira, o Tota, o bandido mais procurado do Rio, apontado pela polícia como chefe do tráfico nas favelas do Complexo do Alemão. Tota, por motivos óbvios, usou os serviços do despachante para tirar carteira de motorista e cédula de identidade, com nomes falsos.

A investigação para prender José Felipe começou este ano e mobiliza o Setor de Inteligência da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco). Policiais chegaram até o despachante com a prisão de Francisco Paulo Testas Monteiro, o Tuchinha, acusado de ser o chefe do tráfico na Mangueira. Quando foi preso, Tuchinha usava habilitação e identidade falsas, documentos fornecidos por José Felipe.

Os agentes da Draco constataram que José Felipe não atuava sozinho: comandaria uma rede de falsários com ramificações em vários bairros do Rio, da Baixada Fluminense e do interior. Os policiais investigam se o grupo tem ligações com um suposto funcionário do Detran e com pelo menos duas auto-escolas na capital.

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