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23/09/2006 - Empauta.net / Diário do Nordeste Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Clonagem no ar: ‘Cartãozeiros’ presos no aeroporto


Uma quadrilha especializada na ‘clonagem’ de cartões de crédito e bancários foi desarticulada pela Polícia, no Ceará, na ‘Operação ATM - cartãozeiros’. A investigação partiu de uma prisão ocorrida há três meses, de um integrante do bando que tentava instalar um aparelho ‘chupa-cabras’ (coleta e grava dados de tarjas magnéticas de cartões) em um terminal de auto-atendimento de um banco.

“A partir desta prisão começamos a investigar a quadrilha e já identificamos, pelo menos, oito de seus integrantes”, disse o delegado Franco Júnior, do 2º Distrito Policial (Aldeota).

No decorrer da investigação, mas duas pessoas foram identificadas: Wilson Sales dos Santos, de 24 anos, e Irismar Neres Leite, de 31, o ‘Bilu-Bola’. Ambos são naturais do Município de Novo Oriente.

O primeiro era jogador profissional de futebol até o ano passado, e chegou a ser vice-campeão cearense pelo Icasa. O segundo - que é promotor de eventos e dono de banda de forró - já tem antecedentes. “O Irismar foi preso por estelionato há dois anos. Na ocasião, ele estava tentando instalar um ‘chupa-cabra’ em um caixa eletrônico”, contou.

AEROPORTO - Os dois foram presos por policiais civis no Aeroporto Internacional Pinto Martins, na tarde do último dia 20. Eles iriam embarcar para São Paulo, de onde seguiriam até Buenos Aires, na Argentina.

Em poder deles, a Polícia apreendeu um notebook contendo softwares usados na confecção de cartões magnéticos; 40 cartões ‘limpos’, nos quais seriam gravadas trilhas ‘clonadas’; mais de 400 trilhas já decodificadas, que tinham sido copiadas de cartões em diferentes caixas eletrônicos, e os passaportes dos dois.

“Somente com uma investigação mais detalhada descobriremos em que locais tinham sido captados os dados de cartões para clonagem”, explicou o superintendente da Polícia Civil, José Nival Freire.

ROTA - Uma planilha com as rotas da quadrilha foi montada pela Polícia. O bando adquiria ‘chupa-cabras’ no Paraguai, por R$ 3 mil, e depois de coletar os dados de cartões em Fortaleza, levava as trilhas para a Europa - especialmente Portugal e Espanha. Nestes países aconteciam os saques. “Pela organização e maneira sofisticada com que o grupo agia, acreditamos na possibilidade de haver muito mais gente envolvida no crime”, avaliou Nival.

FUTEBOL - Os dois confessaram participação no crime de estelionato. Wilson, que jogava futebol até pouco tempo, disse à Polícia que “resolvera ingressar nesta atividade ilícita porque o futebol não estava dando dinheiro”, contou o delegado Franco. Na bagagem dele, a Polícia encontrou uma pasta com recortes de jornal em que aparecia em fotografias de jogos e campeonatos.

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