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28/08/2008 - Amcham News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Remédios falsificados podem chegar a 17% até 2010, diz gerente da Medley


Considerada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) como um problema de saúde pública global, que pode causar danos irreversíveis aos pacientes, a falsificação de medicamentos também preocupa – e muito – a indústria farmacêutica no Brasil, garante o gerente de Marketing da Medley, Marco Aurélio Miguel.

“A questão da pirataria de medicamentos é um problema extremamente sério porque diz respeito a vidas, não apenas produtos. Estudos mostram que, hoje, 10% dos medicamentos comercializados no mundo são falsificados”, diz o gerente, que participou do I Fórum de Conscientização de Educadores no Combate à Pirataria promovido pela Amcham-Campinas na quarta-feira (27/08).

Segundo Miguel, se as ações de combate a essa prática ilegal não forem intensificadas, os índices se tornarão ainda mais alarmantes. “Caso não adotemos medidas mais efetivas até 2010, esse número irá para 17% em nível mundial”, alerta.

Projeto Escola Legal

Com a intenção de conscientizar jovens estudantes do ensino fundamental a respeito desse e de outros males gerados pela pirataria no Brasil e no mundo, a Amcham-Campinas lançou, durante o fórum, uma de suas mais importantes iniciativas: o Projeto Escola Legal (PEL).

Além de debater as questões éticas e os valores que envolvem o tema, o PEL abordará, nas salas de aula das escolas parceiras, a importância do conceito de propriedade intelectual. Tudo para ajudar na formação de cidadãos mais preparados para os desafios atuais.

De acordo com o advogado da Felsberg e Associados Ernani José Lenate Guimarães, assuntos que envolvem a propriedade intelectual ainda não fazem parte da nossa cultura. “A matéria é pouco discutida até mesmo na grade curricular das faculdades de Direito”, explica.

Para ele, essa deficiência reforça a importância de projetos como o idealizado pela Amcham. “Iniciativas como essa são essenciais porque, desde as primeiras informações educacionais, a criança receberá conceitos elementares. E se esses conceitos forem passados desde a tenra idade, que é normalmente quando se forma o caráter, a pessoa ganhará uma cultura básica essencial de cidadania”, diz.

Assim como o advogado, Marco Aurélio Miguel, da Medley, aposta no sucesso do PEL. A empresa e o escritório Felsberg e Associados, ao lado de CPFL, 3M, ABES, Motion Picture Association, Microsoft, MerckSharp&Dohme e Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial, patrocinam a iniciativa.

“Creio que o projeto pode contribuir muito com a educação das crianças e a construção de um futuro melhor para o País. Até existe um esforço individual das empresas a respeito do assunto, mas, quando existe união, como na proposta da Amcham, certamente os resultados são mais positivos”, afirma Miguel.

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