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28/08/2008 - Midiamax Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Suposto comércio de diploma cheira a estelionato, diz PF

Por: Osvaldo Júnior


O comércio ilegal de diplomas, denunciado pelo Midiamax, pode ser golpe de estelionatários, comenta a PF (Polícia Federal). “Isso cheira a estelionato. Está mais para golpe que para venda de diplomas falsos”, afirma a assessoria da corporação. A existência de estelionato se fortalece com a afirmação do MEC (Ministério de Educação e Cultura) quanto à impossibilidade de acesso a seu sistema para a produção e emissão de documentos.

O grupo propaga que os interessados em comprar diplomas devem pagar metade do valor do serviço antes do recebimento da documentação. Esse pagamento antecipado é um forte indício de prática de estelionato, conforme adverte a PF. “Esse tipo de ação é muito comum em golpes. No falso seqüestro, por exemplo, também é exigido uma forma de pagamento semelhante”, diz a PF através de sua assessoria.

O uso de celular e não de telefone fixo (o número divulgado pelo grupo para a contratação do “serviço” é de celular) fortalece a ocorrência de golpe, conforme a PF. O celular é preferível por golpistas diante da facilidade de aquisição. “Os estelionatários sempre usam celulares”, avisa a PF. A ligação pode ser fetia, até mesmo, de dentro de presídios.

MEC

Na página do grupo, é propagada a facilidade de aquisição de “documentos originais do MEC”, por meio de acesso a informações do órgão.

A assessoria de imprensa do MEC informou, entretanto, que o órgão não possuiu um banco de dados com registros de egressos de universidades, o que torna inverdade a “garantia” de acesso a informações do Ministério.

A assessoria também comentou que o MEC não é responsável pelas investigações a esse respeito, o que seria de competência da polícia. “Na verdade, o MEC é uma vítima nesse caso”, enfatiza.

Universidades

No site também é divulgado: “Trabalhamos com muitas instituições (200 Cursos diferentes em 80 Instituições) com ênfase em duas: Unip (Universidade Paulista) e Universidade Presbiteriana Mackenzie”. Essas duas universidades foram procuradas pelo Midiamax e disseram que se pronunciaram sobre o assunto, mas não o fizeram até o fim da tarde de hoje.

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