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21/09/2006 - Cruzeiro do Sul Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Idoso e aposentado são vítimas preferidas dos estelionatários

Por: Marcelo Roma


Ser cobrado por dívidas de uma empresa que nem sabia ser sócio ou ter um financiamento feito em seu nome, sem autorização, são situações vividas por aposentados vítimas de estelionato em Sorocaba. Os vigaristas têm como alvo os idosos, que nem desconfiam de pessoas que fingem ajudar, mas agem de maneira inescrupulosa para aplicar golpes.

O aposentado C.J.O., de 88 anos e morador do Parque São Bento, recebeu cobrança de multas em sua casa de uma empresa em Itapetininga da qual não sabia, mas era o sócio-majoritário. Para ganhar um ventilador como prêmio de um supermercado em que fazia compras na Vila Helena ele assinou papéis. Segundo o advogado do aposentado, Carlos Augusto Latorre Soave, “o ventilador causou um vendaval na vida” de C.

O caso é investigado pelo 8º Distrito Policial. O delegado Júlio Vieira Guebert disse que vai chamar o responsável pela entrega do prêmio e o verdadeiro dono da empresa de Itapetininga. Ele explica que a farsa de que foi vítima o aposentado pode vir a ser classificada de estelionato, mas isso depende de apuração.

Duas irmãs aposentadas, de 53 e 78 anos, moradoras do Jardim Juliana, foram enganadas por uma mulher, já identificada pela Polícia. R.N.S., de 24 anos, teria se aproximado das vítimas com o intuito de ajudá-las e foi interrogada no 1º DP. Ela teve acesso aos documentos das duas, conseguiu fazer empréstimos no valor total de pelo menos R$ 4,8 mil, segundo a Polícia. As parcelas eram descontadas das aposentadorias das irmãs.

O delegado Mário Sandro Pavoni Silva, do 1º DP, pediu a quebra do sigilo bancário da mulher, a fim de comprovar se ela ficou com o dinheiro. Uma outra pessoa teria agido com ela, mas não foi identificada. O delegado alerta que é preciso tomar cuidado com documentos, principalmente os do INSS, em que consta o número do benefício. Os documentos devem ser entregues somente a pessoas de confiança, geralmente da família. Outro cuidado refere-se à abertura de crediário em lojas, por exemplo.

Até mesmo por telefone, os idosos podem ser enganados. A aposentada H.C.B. procurou a Polícia para dizer que alguém ligou, disse ser do INSS e que ela teria uma quantia para receber. Para isso pediu dados pessoais e o número do benefício. H. fez o que não devia: informou tudo. Outros tipos de golpe ocorrem no caixa eletrônico.
Alguém oferece ajuda e saca o dinheiro da conta. Há também os tradicionais “contos do vigário”, geralmente na região central.

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