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22/08/2008 - Diário da Manhã Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Evangélicas acusam falso pastor


Cícero da Conceição Camargo, 46, e a companheira Juliana Matos de Melo, 18, grávida de sete meses, foram presos ontem acusados por duas evangélicas, tia e sobrinha de 14 anos, por prática libidinosa, estupro e estelionato.
As vítimas acusam Cícero de se passar por pastor em uma igreja que elas freqüentam na Vila Romana, onde o ocorreu a prisão.
Exames serão realizados para comprovar se houve relação sexual com as duas.
O delegado Wilton Antônio, do 19º Distrito Policial (DP), revela que Cícero agia na companhia de Juliana para ganhar confiança e atrair as fiéis.
Segundo a denúncia, elas teriam participado com ele de uma espécie de ciclo libidinoso na residência do casal. Tudo que acontecia na casa ele dizia que era em nome de Deus, conta uma das vítimas.
De acordo com Maria (nome fictício de uma das vítimas), por cerca de seis meses, o falso pastor freqüentou os cultos como fiel, na igreja do bairro, e relatou aos demais freqüentadores ser pastor. Porém, nunca apresentou qualquer documentação que comprovasse a afirmação.
Com o tempo passou a convidar fiéis para sessões de oração na residência do casal.
Nos encontros, que aconteciam praticamente todos os dias, Cícero colocava drogas em uma lata e queimava. Maria teria sido obrigada a cheirar a fumaça e a fazer sexo com o pastor.
Para a polícia, há indícios de que a droga usada seria crack. Exames toxicológicos foram solicitados para comprovar a suspeita.
Cícero ainda é acusado de fazer sexo com a menina de 14 anos, sobrinha de Maria. As vítimas alegaram que não fizeram denúncia antes porque teriam sido ameaçadas. Ele afirmava que iria nos matar e que já tinha matado outras pessoas, relata.
A polícia informou ainda que Cícero teria obrigado Maria a assinar folhas de cheque e sacar dinheiro para a compra de drogas.
O delegado Wilton alerta para os perigos do estelionato e recomenda atenção redobrada em situações como essa. É preciso ter atenção e saber quem são as pessoas próximas, enfatiza.
Em depoimento, Cícero negou as acusações e afirmou que nunca se passou por pastor. Ele é baiano e já tem passagens na polícia de Brasília e Rio de Janeiro por estupro. Juliana, natural do Rio de Janeiro, também negou participação nos crimes.
Segundo o delegado, o pai da jovem afirmou que Cícero a seqüestrou e estaria vindo a Goiânia buscá-la. O casal pode pegar de 7 a 10 anos de prisão.

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