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20/08/2008 - PindaVale Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Pinda: Golpe do “seqüestro” continua fazendo vítimas na região

Por: Ocimar Barbosa


A população precisa estar atenta às tentativas do velho golpe do "falso seqüestro" através de telefonemas. Há variações do citado golpe, mas uma das mais antigas e que ainda vem sendo usada com freqüência no Vale do Paraíba é a seguinte:
Uma pessoa é surpreendida por um telefonema em que o sujeito diz agressivamente: "Fique calma, não faça nada pois estamos com o seu filho aqui em nosso poder! "
Em seguida, coloca uma gravação de uma criança ou jovem que grita: "Mãe, Socorro! Me ajuda!"

Logicamente, quem é abordado dessa forma fica em estado de choque e à mercê do estelionatário, pois o momento de extrema tensão faz com que o cérebro reconheça naquela voz o ente querido. Sob domínio, a vítima recebe a indicação de uma conta bancária para que deposite um valor de resgate.

Em Pindamonhangaba

Em Pindamonhangaba ocorreu uma tentativa desse tipo na tarde de hoje, dia 20, quando uma dona de casa foi ameaçada por um telefonema em que diziam que seu filho estava em poder de uma quadrilha. O sujeito cobrava como valor do resgate a quantia de R$ 10 Mil (Dez Mil Reais).
Felizmente, sua irmã estava próxima e ligou para o celular do rapaz que estava na escola, descobrindo que tudo estava bem com ele.

Em outra cidade, uma mulher de 63 anos foi induzida a embarcar com todas as suas jóias para pagar o resgate de seu filho que estaria nas mãos de seqüestradores. Quando estava no aeroporto local, a polícia encontrou o rapaz e ela percebeu que estava caindo em uma um golpe conhecido.

Contrariando o pensamento geral, o golpe do falso seqüestro continua em franco crescimento. Cerca de três quartos das vítimas são escolhidos aleatoriamente e a Polícia Militar do Estado de São Paulo recebe uma média de 3 mil queixas iguais a essa, mas acredita-se que o número real seja bem maior porque muitas pessoas não registram boletim de ocorrência.

De acordo com a polícia, no momento de tensão, a própria pessoa deixa escapar detalhes e informações que são usadas pelos criminosos e a melhor forma de combater esse tipo de golpe é conscientizar as pessoas. Na maioria das ocorrências, a vítima fica "sedada" pela pressão, quase que um transe hipnótico e acaba efetuando o pagamento exigido pelos criminosos.

Identificar as chamadas a cobrar, encurtar a conversa com o golpista e, depois, tentar rapidamente um contado com o suposto seqüestrado são as primeiras recomendações.
Mas, caso não o encontre, entre imediatamente em contato com a Polícia.

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