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20/08/2008 - Gazeta Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Gerente de banco é preso por aplicar golpe de R$ 195 mil em cliente

Por: Guido Nunes


O gerente da agência do banco Itaú de Camburi , em Vitória, Adriano de Souza, foi preso nesta quarta-feira (20) acusado de facilitar a transferência ilegal de R$ 195 mil de uma cliente para outra agência bancária. Ele ganharia R$ 50 mil pela ação criminosa. Outras três pessoas que participaram do golpe dividiriam o restante: Iara, Emílio e Carlos Eduardo.

O saque foi efetuado por Iara com documento falso confeccionado Construmega, empresa de fachada para a produção de carteiras de identidade e de habilitação frias. Os quatro foram detidos nesta terça-feira (19) em vários pontos da Grande Vitória. A assessoria de comunicação do banco Itaú não quis se pronunciar sobre o assunto.

O delegado André Cunha, da Divisão de Repressão a Crimes Contra o Patrimônio, responsável pelo caso, disse que o gerente facilitou o golpe aplicado sobre a cliente. "É lamentável, com o salário e com a estrutura que ele possui. O gerente foi um elo importante pra que uma cliente da instituição financeira sofresse um golpe avaliado em R$ 195 mil".

Documentos falsos

A descoberta da Construmega se deu a partir de investigações iniciadas há cinco meses para identificar os assaltantes do carro-forte da Prossegur em março deste ano. Em junho, o criminoso Elton Ferreira, conhecido como "Nojento", envolvido no assalto, foi detido. Ele estava na companhia de mais duas pessoas que portavam documentação falsa: Ronaldo de Caris e Victor Hugo, cunhado e amigo dele, que possuíam mandados de prisão em aberto.

Da prisão dos três, surgiu o nome Jucely Basílio, um dos donos da empresa Construmega, que servia de fachada para os serviços de falsificação de documentos. A documentação fria era preparada por ele e pelo falsário, Arnaldo Grijó, conhecido como Júnior.

Rede

O delegado André Cunha disse que os falsários agiam em várias frentes. "É uma rede que opera desde fraude a comércio, a pessoas físicas, a indústrias, abertura de empresas laranjas, o fornecimento de documentos, transferências fraudulentas."

Um outro homem, Gean Silva Binda, preso por tentar comprar um veículo com identidade falsa, ajudou a polícia a capturar o Júnior da Construmega, que estava foragido. Enquanto isso, Hudson Marques, que também foi preso, era quem realizava as documentações falsas em casa. No computador dele foram encontrados modelos de carteiras de identidade e de carteiras de habilitação.

Ainda foram presos funcionários das prefeituras da Serra e de Vila Velha que facilitavam a transição de terrenos irregulares. Ambos possuíam contra-cheque da empresa Construmega.

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