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13/08/2008 - Gazeta Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Funcionárias da PMVV presas por fraude imobiliária

Por: Melina Mantovani


Duas funcionárias da prefeitura de Vila velha foram presas nesta terça-feira (13) por falsificar documentos que possibilitavam a venda de terrenos em um esquema ligado à quadrilha que agia da mesma forma no município da Serra, presa no final de julho.

A polícia civil da Divisão de Repressão aos Crimes contra o Patrimônio prendeu em flagrante Carmem Zoila Nogueira de Castro Fraga, de 46 anos, e Elza Maria Bringer que confirmou a existência de um despachante, que ainda é procurado pela polícia. As duas confessaram, durante o interrogatório, que o esquema acontecia junto ao setor de cadastro imobiliário da prefeitura. As duas funcionárias disseram à polícia que ajudaram a fraudar os documentos para a venda de terrenos que já tinham donos.

Em julho deste ano, dois funcionários da Prefeitura da Serra foram presos, acusados de participação em um esquema que vendia terrenos de terceiros de forma fraudulenta. A investigação deste caso comprovou a participação também de servidores do município de Vila Velha.

As duas servidoras confessaram receber vantagem financeira em espécie, fora da prefeitura, pelo serviço que prestavam para favorecer a troca de cadastro de propriedade dentro do setor de IPTU. O dinheiro era dado por um despachante conhecido apenas por Sebastião. As duas agiam a cerca de um ano e meio no município de Vila Velha.

Na casa de Carmem foram encontrados modelos de certidões para que novas falsificações fossem feitas, várias certidões de imóveis falsificadas e contratos de compra e venda, inclusive com selo de autenticação. O material arrecadado na casa da servidora Carmem é semelhante ao material arrecadado na operação na Serra. Além de terem sido encontrados documentos na casa de Carmem que cita o nome do Júlio.No local também foi encontrado um cheque de R$ 5 mil.

No esquema da Serra, foi preso Júlio Mário Farias que trabalhava há 15 anos como fiscal de obras da prefeitura. Júlio já havia dado indicações em suas declarações no auto de prisão e flagrante, naquela época, sobre a participação de outras pessoas no esquema. Na estrutura da quadrilha havia captadores de imóveis - pessoas que circulavam pelo balneário da Serra em busca de terrenos aparentemente abandonados - corretores ilegais, que por meio de falsificações legalizavam as vendas, e coordenadores do grupo.

Ligação entre os casos

A polícia tem informações de que o despachante seria uma pessoa negra, magra, com cerca de 40 anos, possui uma motocicleta e teria trabalhado em um cartório. A polícia pede para que as pessoas denunciem Sebastião por meio do 181, para o fechamento das investigações.

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