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13/08/2008 - Folha da Região Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Pedreiro é acusado de fazer compras com cheques clonados

Por: Lázaro Jr.


Penápolis - Um pedreiro de 53 anos, que teve o nome preservado pela polícia, é acusado de fazer compras em estabelecimentos comerciais de Penápolis e pagá-las com cheques clonados. Pelo menos três vítimas do estelionatário o reconheceram como autor do crime, que vinha sendo praticado há várias semanas.

Somente em um supermercado da cidade, o prejuízo foi superior a R$ 3,2 mil, divididos em cinco folhas de cheque emitidas em valores que vão de R$ 331 a R$ 770. As outras vítimas do golpe foram uma loja de jogos, que recebeu um cheque no valor de R$ 260, e um outro supermercado, cujo valor dos cheques passados não foi informado pela polícia.

Os cheques emitidos pelo pedreiro são de vários correntistas e de várias agências bancárias. Assim que os comerciantes iam até as agências para fazer o depósito, eram informados de que os cheques eram clonados.

O acusado foi detido pela polícia na última sexta-feira e as vítimas o reconheceram. Ele negou o crime, porém, o delegado Mauro Gabriel informou que o pedreiro já esteve preso pelo mesmo motivo anteriormente e por isso irá indiciá-lo e poderá, inclusive, pedir a prisão preventiva. Como não foi pego em flagrante, o acusado permanece em liberdade.

GOLPE - Na tarde de segunda-feira, o gerente comercial de uma loja de produtos de informática no centro de Penápolis também foi à polícia denunciar um golpe parecido. Ele contou que na manhã de sábado, uma mulher foi até o estabelecimento e comprou um notebook no valor de R$ 2.649, efetuando o pagamento com dois cheques em nome dela.

Como no momento da compra foi feita a pesquisa e nenhuma irregularidade foi constatada, a mercadoria foi entregue.
Na segunda-feira, quando ele foi efetuar o depósito dos cheques no Banco do Brasil, foi informado que a conta corrente em nome da compradora não existia. A vítima chegou a ligar para o telefone indicado pela mulher, que moraria na rua Augusto Pereira de Moraes, mas quem atendeu a ligação disse que essa pessoa não morava no imóvel.

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