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13/09/2006 - Diário de Cuiaba Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraudador é preso e levado à Polinter

Por: Rodrigo Vargas


A Polícia Civil prendeu ontem o auxiliar financeiro Sillas Capobianco, principal suspeito pelo rombo de cerca de R$ 3,5 milhões aos cofres da Incorporadora Itália, responsável pelo empreendimento Alphaville – o mais luxuoso condomínio da Capital.
O caso está em segredo de Justiça. Capobianco, que foi funcionário da incorporadora por 14 anos, estava com a prisão preventiva decretada desde a semana passada. Ontem, foi detido quando passava em seu carro pelo bairro Pedregal e encarcerado no Anexo I do Pascoal Ramos, sede da Polinter.
Antes, prestou depoimento à delegada Valéria Pimenta, do Cisc Planalto, que conduz as investigações. “Acho que a prisão era necessária, porque ele vinha se desfazendo de muitos dos bens que estavam em seu nome para terceiros”, analisou o advogado Euclides Ribeiro, que representa a incorporadora.
Uma auditoria conduzida pela empresa identificou 14 carros de luxo, três postos de gasolina, uma joalheria, lanchas e pelo menos 20 imóveis, dentre os quais uma mansão no bairro Santa Rosa, em nome de Capobianco – cujo salário era de pouco mais de R$ 2 mil - ou de terceiros a ele ligados.
Em desvios diretos da conta bancária da empresa, identificou-se um rombo de R$ 3,4 milhões. Segundo apontam os advogados, o ex-funcionários fraudava comprovantes de depósito com o auxílio de um editor de textos e, com isso, conseguia simular a entrada e a saída de dinheiro.
Outra possível fonte de desvio é agora considerada: a falsificação de guias tributárias. Fontes ligadas à investigação apontam que mais R$ 1 milhão podem ter sido subtraídos das contas da Incorporadora Itália dessa forma.
Os sigilos bancários de todas as pessoas possivelmente implicadas já foram quebrados por ordem da Justiça. A expectativa é de que Capobianco confirme e aponte a participação de outros “beneficiários”.
A reportagem do Diário tentou por várias vezes contato com o advogado Walmir Cavalheri, que defende Capobianco. Os recados em seu escritório não foram respondidos. Também procurou, sem sucesso, manter contato com familiares presentes na Delegacia Metropolitana, no momento em que o acusado era levado preso em direção ao Cisc do Planalto.

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