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08/08/2008 - A Tarde Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Desarticulada quadrilha acusada de manipular decisões do Judiciário

Por: Deodato Alcântara,


A Polícia Civil e o Ministério Público desarticularam uma quadrilha organizada que vinha atuando no Judiciário do Estado em ações de tráfico de influência, corrupção e lavagem de dinheiro. Foram expedidos nove mandados de prisão contra quatro advogados e cinco servidores públicos.

Estão presos os advogados Antônio Raimundo Magalhães de Oliveira e Kátia Pinto Melo, ex-assessora de um desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia, o estagiário de direito Olegário Sena Miranda e a funcionária da Secretaria de Planejamento do Estado Glória Maria Moreira dos Santos, secretária da chefe de gabinete do desembargador Benito Figueiredo, Maria Oliva.

Os supostos líderes da organização, segundo fontes policiais, são o advogado Abdon Antônio Abade dos Reis, seu sócio Claudio Braga Mota e a funcionária pública Eliane Ferreira Luna. Todos estão foragidos. Também estão sendo procurados pela polícia Gevaldo da Silva Pinho Júnior, filha da juíza do TJ, Maria de Fátima Carvalho e Alexandre José Cruz Brito, ex-assessor de desembargador. Todos têm prisão preventiva decretada.

A polícia também apreendeu documentos e computadores. O objetivo é identificar qual o tipo e grau de envolvimento de juízes e desembargadores que deram decisões judiciais em benefício da suposta quadrilha.

Os presos foram levados para o Comando de Operações Especiais da Polícia Civil, onde os delegados se recusam a dar maiores informações sobre a alegação de que toda a investigação é de responsabilidade do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), no MP e da Superintendência de Inteligência da Polícia Civil, de cujas unidades nenhum representante foi localizado.

A TARDE apurou que foi pedida também a prisão do proprietário da Viação Novo Horizonte, empresa que teria sido beneficiada por uma decisão obtida de forma fraudulenta, mas a Justiça não decretou.

SUSTO - A operação foi desencadeada por volta das 6h da manhã. No cumprimento de um dos mandados, na Graça, a tentativa dos agentes da Polícia civil de manter o sigilo assustou os moradores do prédio Vila da Graça. A administração chegou a chamar a Polícia Militar, temendo uma situação de seqüestro. Sem conhecimento da situação, a PM isolou o local, mas liberaram a circulação de pessoas logo em seguida.

A Polícia Civil e o Ministério Público apresentarão mais detalhes do caso em coletiva, na tarde desta sexta.

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