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07/08/2008 - O Diário de Mogi Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falso seqüestro atinge empresário

Por: Laércio Ribeiro


O empresário mogiano CBP, de 49 anos, viveu momentos de tensão ontem ao se tornar mais uma vítima do golpe do seqüestro. Durante uma hora e meia, ele ficou preso ao seu telefone celular, pois do outro lado da linha um homem com sotaque carioca e empregando gírias usadas por marginais o convenceu de que a filha dele, de 17 anos, estava em poder da quadrilha e para soltá-la exigia o depósito de R$ 10 mil na conta de Bianca Faria Rubin.

Para o azar dos marginais, o empresário depositou R$ 5 mil, no Itaú, porém quando se dirigia ao Bradesco, em Mogi, foi informado que a sua filha estava em sua empresa na Cidade e passava bem.

"Na hora dei um jeito de bloquear o depósito, afirmando que havia sido vítima de bandidos", contou CBP, que teme, agora, por sua segurança e de sua família, pois, desesperado, deu informações pessoais e até a placa do seu carro para o bando via telefone.

Segundo contou, ele atendeu o celular a caminho de São Paulo, na Rodovia Ayrton Senna, em Itaquá. Na hora ficou inerte ao saber do suposto seqüestro da filha. "Eles (marginais) são danados, do outro lado da linha até ouvi uma jovem gritar, parecia a voz de minha filha".

Depois do grande susto, o empresário compareceu ao Distrito Central para informar a Polícia Civil e pedir providências. O delegado Adejair Caldeira chegou a atender um dos telefonemas no celular de CBP, já que os criminosos estavam inconformados, considerando que faltava um depósito no banco.

"Conversei com o bandido, que possivelmente deve ser de uma penitenciária do Rio de Janeiro, estava certo de que falava com a vítima, até que percebeu e desligou", disse o delegado Adejair Caldeira. Ele orienta que de forma alguma as pessoas devem passar informações pessoais ou profissionais via telefone ou email. "Hoje em dia, tudo é perigoso".

A autoridade determinou ao escrivão Celso Ianai que elaborasse o Boletim de Ocorrência sobre Estelionato, o qual o encaminhou ao Setor de Investitações.

O empresário esclareceu que retornou de Itaquá a Mogi e sempre mantendo o celular ligado. "Esta foi a ordem dos supostos seqüestradores", lamentou.

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