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25/11/2005 - Gazeta de Limeira Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Agora, comerciantes sofrem com o “golpe do troco”


Os criminosos adotam estratégias cada vez mais ousadas para cometer estelionatos. No entanto, um ato aparentemente simples e difícil de ser comprovado, é o “golpe do troco”, que ameaça comerciantes, principalmente com a chegada do fim de ano.

Uma leitora da Gazeta, que preferiu não se indentificar por questões de segurança, procurou a reportagem para mostrar uma fita de seu circuito interno de segurança. Na imagem, um homem, sem levantar qualquer suspeita, faz uma compra de R$ 7 em um supermercado. No caixa ele paga a mercadoria com uma nota de R$ 50 e ainda oferece mais R$ 2 para facilitar o troco. Ao receber o troco de R$ 45, ele guarda rapidamente uma nota de R$ 10 no bolso e reclama que estava faltando dinheiro.
A reportagem entrevistou proprietários de vários estabelecimentos, tanto em bairros quanto na região central, que cofirmaram este tipo de ocorrência e até disseram que se sentem ameaçados, principalmente devido à aproximação do fim de ano, quando o movimento de clientes é maior. No entanto, a dificuldade apontada pelos comerciantes é provar a atitude dos golpistas.
De acordo com o delegado do 1º Distrito Policial (DP), Renato Balestrero Barreto, não é comum o registro deste tipo de ocorrência, talvez pelo fato de os comerciantes caírem mesmo no golpe sem perceber ou ainda por acharem que o prejuízo é pequeno e não há necessidade de denunciar. No entanto, ele alerta que se trata de um estelionato e que as pessoas precisam comunicar a Polícia em caso de suspeitas. “Se o caixa ou o proprietário desconfiar do cliente, o troco não pode ser dado e os policiais precisam ser imediatamente acionados. É crime. “, alertou.
O delegado lembrou que na maioria das vezes o dinheiro roubado dos estabelecimentos só é percebido no momento de fechamento do caixa, quando é muito comum os patrões descontarem o valor no salário dos funcionários. Além disso, os operadores de caixa acabam tendo a imagem denegrida e levantando suspeitas por parte dos empregadores. (ESS)

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