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06/08/2008 - paraiba.com.br Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha que clonava cartões na PB, PE e RN é denunciada


O Promotor de Justiça da 4ª Vara da Comarca de Sousa, Raniere da Silva Dantas, denunciou na Justiça uma quadrilha que clonava cartões, atuando nos estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. De acordo com a denúncia, Francisco Erivan de Oliveira, Edilon Carlos do Vale e Joáryo Alexandre Viana Bonfim, de posse da máquina de clonagem, percorriam várias cidades dos três estados clonando cartões de vítimas ingênuas. Eles repassavam os dados obtidos para Carlos Aguiar, residente em Fortaleza, que confeccionava os cartões através dos quais a quadrilha realizava saques indevidos nas contas correntes das vítimas.

A quadrilha foi desbaratada no mês passado, quando atuava em uma agência da Caixa Econômica Federal da cidade de Sousa, tentando subtrair o dinheiro da conta corrente de Antônio Almeida Braga. Ao perceber que estava sendo roubada, a vítima gritou, afugentado os ladrões. “Antônio Almeida acionou a Polícia Militar dizendo que três homens estavam no interior da agência realizando clonagens de cartões para retirarem os valores existentes nas contas de pessoas ingênuas que entregavam os seus cartões”, relatou Ranieri, acrescentando que os bandidos estavam com uma máquina própria para clonar cartões, conhecida como “chupa-cabras”.

Com o alarde de Antônio Almeida, Francisco Erivan de Oliveira e Edilon Carlos do Vale tentaram fugir num Vectra branco de placas MYD 3678, tendo sido presos em flagrante, por policiais militares, nas proximidades da cidade de Marizópolis. Eles confessaram que um outro comparsa estaria se deslocando para Cajazeiras. Com base na informação, os policiais passaram a abordar todos os táxis que passavam pelo local e efetuaram a prisão de Joaryo Alexandre, o qual estava em um táxi e confessou que também fazia parte da quadrilha.

Os três estão recolhidos na Colônia Penal Agrícola de Sousa. Já Carlos Aguiar que recebia por cada cartão clonado a quantia de R$100,00, mais 20% do valor sacado, está foragido.

Com essas práticas, Edilon ganhava cerca de R$ 3.000,00 por semana e Erivan, que era o motorista do veículo, recebia R$ 1.000,00.

Segundo o Promotor, a quadrilha era tão bem estruturada que utilizava talonários falsos de uma empresa fantasma “shampoo max rossi” e documentos de identificação também falsos. “Os acusados se passavam por representantes comerciais de tal empresa, que sequer existe. O aparelho utilizado na clonagem de cartões e que foi apreendido pela polícia militar, continha os dados dos cartões de 62 pessoas”, informou.

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