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01/08/2008 - 24 Horas News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia Civil prende trio acusado de falsificar documentos


Um trio acusado de uso de documentos falsos e de falsificar documentos públicos foi preso pela Polícia Civil, na quinta-feira (31.07), em um grande supermercado localizado na região do Aeroporto de Várzea Grande. No momento da prisão, Luciana Aparecida dos Santos e Débora Aparecida dos Santos, tentavam retirar cartões de compra a crédito do supermercado, que haviam requerido há cerca de 20 dias.

O supermercado ao cruzar informações com outros estabelecimentos e no seu próprio banco de dados descobriu que as informações cadastrais e as referências comerciais eram diferentes, mas a fotografia eram as mesmas. Daí acionou a polícia, que passou a investigar.

As duas junto com o comparsa Klemerson Luiz Sebastieni de Almeida, preso logo em seguida, e um quarto que está sendo investigado pela polícia, falsificavam diversos tipos de documentos, principalmente, carteiras de habilitações (CNH), comprovantes de rendimento (holerites) e documentos de veículos. Os documentos eram “montados” com dados reais de pessoas na casa de Klemerson, onde havia equipamentos necessários para a falsificação.

De posse dos documentos falsos as duas mulheres procuravam estabelecimentos comerciais para terem acesso aos cartões de crédito das lojas. Elas também utilizavam como comprovante de residência uma fatura de cartão de uma agência bancária.

Luciana e Débora foram detidas com sete CNHs (Carteira Nacional de Habilitação) falsas, além documentos de veículos. As duas vão responder por uso de documento e falsificação de documento público. Já Klemerson será indiciado por posse de apetrecho de falsificação e falsificação de documentos. Os documentos serão encaminhados ao Detran e perícia criminal.

Conforme o delegado que investiga a ação dos falsários, Antonio Carlos Garcia Matos, os dados por existirem podem gerar uma gama de problemas para as vítimas que tiveram suas informações copiadas, como a inclusão do nome no SPC e no Serasa por parte das empresas credoras. “Uma cadeia de situações que vai gerar constrangimentos para todos”, ressalta Garcia.

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