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26/07/2008 - Bonde News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cuidados necessários na hora das compras virtuais

Por: Carolina Gabardo Belo


Se antes do surgimento da internet as relações entre empresas e consumidores não eram um mar de rosas, depois que as lojas começaram a vender seus produtos pela rede, os problemas se multiplicaram. São casos de empresas que não oferecem suporte adequado aos seus clientes ou ainda lojas que não existem e dão golpes nos consumidores.''Na internet, os casos de problemas na compra de produtos pioram muito, pois não existe a possibilidade de ir ao local, conversar com os vendedores. Eu recomendo sempre evitar a compra virtual'', afirma a chefe da divisão jurídica do Procon-PR, Marta Favreto.

No Núcleo de Combate aos Cibercrimes (Nuciber), em Curitiba, as denúncias de consumidores que não recebem os produtos comprados correspondem a aproximadamente 20% dos casos, de acordo com o delegado Demetrius Gonzaga de Oliveira. O crime corresponde ao estelionato, definido no artigo 171 do Código Penal, em que há vantagem áá- no caso, recebimento de dinheiro - por meio da enganação. Os consumidores são lesados com a não-entrega do produto ou com a entrega de produto com defeito, que depois de devolvido para troca não é enviado para o cliente.

O delegado também recomenda as compras no balcão. ''Não acredito que a diferença de valores seja tão significativa e compense a vantagem da compra pela internet. A compra no balcão é mais segura, pois o cliente experimenta, manuseia o produto, tem a possibilidade de fazer trocas e não depende de quem não conhece'', diz. Ele afirma que é difícil se certificar do grau de segurança da loja, pois em algumas vezes o produto é entregue, mas em outras compras é dado o golpe. Para ele, as empresas se aproveitam da ingenuidade e da boa fé dos consumidores, que não têm cautela necessária nas compras virtuais.

Consumidores

Mas nem todas as lojas querem enganar os clientes. ''Não podemos generalizar, existem sim empresas sérias no mercado virutal'', afirma Marta. O delegado Oliveira destaca ainda os casos em que não há uma tentativa de golpe por parte das lojas, mas sim precipitação dos consumidores. ''Tem gente que é precipitada. Vários fatores podem contribuir para que o produto de empresas idôneas atrase, pois nem todas são megaempresas.'' O delegado conta que recebe várias denúncias de não-recebimento da mercadoria em que o produto é entregue depois sem problemas. Nesses casos, o consumidor deve retornar à delegacia para cancelar a queixa. ''Mas também não dá para ser muito cauteloso. O consumidor aceita o atraso, mas demora tanto que chega um momento em que não encontramos mais o criminoso'', alerta.

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