Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


Acompanhe nosso Twitter

25/07/2008 - Jornal Coletivo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Policial do Bope atira em agente da Civil

Por: Redação e Josiane Borges


O policial civil da Delegacia de Operações Especiais (DOE), José Pedro Mendonça, foi baleado na virilha, por volta das 6h04, durante uma missão para cumprir um mandado de busca e apreensão em uma residência na QE 24, Conjunto B, do Guará II, onde estaria uma mulher suspeita de participação em uma quadrilha de estelionatários. O tiro partiu de dentro da casa do policial militar do Bope, identificado como Edmar Borges dos Santos. Este foi levado para a 4ª DP (Guará), justificando que atirou contra a porta por julgar que a mesma estava sendo arrombada, e que não sabia tratar-se de agentes da lei.

Segundo a delegada Vera Lúcia da Silva, que chefia a Delegacia de Falsificações e Defraudações (DEF), a missão destinava-se a fazer busca e apreensão de materiais que comprovam se a participação de Nádia Jacqueline de Sousa Morais, 20 anos, em uma quadrilha de aproximadamente dez estelionatários, que vinham aplicando golpes contra as empresas de telefonia móvel. A mulher é sobrinha do PM e suspeita de participação no bando. Nádia e nove suspeito, foram presos durante a operação.

O disparo será objeto de investigação do delegado-chefe da 4ª DP, Jefferson Lisboa Gimenes, que abriu um inquérito de tentativa de homicídio contra o PM. Segundo o subcomandante da PM, Robson Rodrigues, a Corregedoria da PM abrirá inquérito paralelo para acompanhar o caso. Edmar dos Santos ficará preso no Núcleo de Custódia da corporação. O policial civil foi submetido a uma intervenção cirúrgica.

Quadrilha fraudava chips – De acordo com a delegada Vera Lúcia da Silva, a operação Graham Bell foi desencadeada após a descoberta da quadrilha, composta por dez pessoas, acusadas de cometer fraudes contra empresas de telefonia móvel, principalmente a BrasilTelecom. O grupo atuava no DF havia cerca de dois anos e hoje foram apreendidos chips de telefone celular, anabolizantes, agendas, uma pistola e um revólver, ambas municiadas, em diversas casas no Guará.

A polícia descobriu que o grupo chegou a lucrar em torno de R$ 6 mil por mês enquanto a empresa acumulou um prejuízo de cerca de R$ 1 milhão. A investigação durou dois meses.O bando agia da seguinte forma: eles compravam celulares e chips pós-pago das empresas com documentos falsos e cadastravam em promoções que davam direito ao cliente receber os créditos de acordo com a quantidade de ligações. Os aparelhos ficavam interligados e quando recebiam uma certa quantidade de bônus, eram revendidos mais baratos para clientes. As empresas eram lesadas, porque as contas dos celulares não eram pagas, pois os clientes não eram localizados. A quadrilha chegava a anunciar os serviços em classificados.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 312 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2016 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal