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05/09/2006 - Último Segundo / Agência Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

MP denuncia pastores da Igreja Quadrangular de MG


O Ministério Público Estadual (MPE) de Minas Gerais ofereceu denúncia à Justiça contra 23 pessoas como o presidente nacional da Igreja do Evangelho Quadrangular do Brasil, Mário de Oliveira, outros dirigentes e vários pastores da denominação. Eles foram acusados formalmente de praticar crimes como apropriação indébita, desvio, lavagem de dinheiro, estelionato, falsidade ideológica, uso de documento falso e sonegação fiscal.

Conforme a denúncia do MPE, dirigentes da igreja em associação ao ex-prefeito de Contagem (MG), Ademir Lucas (também acusado), "idealizaram, planejaram, ajustaram e executaram" um "plano destinado a desviar em proveito alheio" recursos públicos do município no valor de R$ 1,12 milhão.


Os desvios teriam ocorrido durante os anos de 2001 e 2002 por meio de dois convênios que foram firmados com a entidade "civil-assistencial" Escola de Ministério Jeová-Jiré, que, segundo o MPE, tem como presidente perpétuo o pastor Jerônimo Onofre da Silveira, ex-secretário municipal de Defesa Social de Contagem na gestão do ex-prefeito (2001-2004).


Conforme os promotor Mário Conceição, a investigação iniciada há cerca de dois anos e meio identificou que o modus operandi da organização se assemelha ao da Igreja Apostólica Renascer em Cristo, cujos fundadores tiveram os bens bloqueados pela Justiça de São Paulo a partir de denúncia do Ministério Público.


O promotor disse que a acusação oferecida na última semana à 2ª Vara Crimina da Comarca de Contagem pede o seqüestro de bens dos acusados e o ressarcimento do dano ao erário, até o limite de R$ 1,12 milhão. O pedido está sendo analisado pelo juiz titular Guilherme Azeredo Passos.


De acordo com o promotor, os convênios eram para recuperação de jovens viciados em drogas no prazo máximo de 15 dias, com orações e "terapias de duvidosa eficácia". A acusação diz que foram utilizadas notas para prestação de contas de uma empresa fantasma, em nome de parentes de Jerônimo. Segundo Conceição, foi apurado que os recursos desviados foram usados pela organização para compra de imóveis e bens - entre eles, uma lancha, carros de luxo e um apartamento em Cabo Frio (RJ).

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