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19/07/2008 - Portal Terra / O Dia Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

MP: laranjas atuaram em suposta fraude no Rio


A utilização de "laranjas" é uma das fraudes apontadas pelo Ministério Público (MP) para alimentar o suposto esquema de corrupção na Secretaria Estadual de Saúde no governo Rosinha Garotinho, no Rio de Janeiro.

Na ação de improbidade administrativa - na qual os ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho foram denunciados à Justiça com outros 32 réus -, os promotores enfatizam que os contratos usados para atestar a capacidade da principal ONG do esquema, a Procefet, se basearam em documentos falsos. Alguns foram apresentados em nome do Instituto Brasileiro de Gestão Pública (IBGP), do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico do Rio de Janeiro (Idetec) e da Cooperativa de Profissionais da Indústria do Petróleo (Coopetroleo).

A Procefet alegou jamais ter prestado serviço ao Idetec e ao IBGP. Em depoimento, a presidente da Idetec, Ana Lúcia de Oliveira, admitiu ter agido como "laranja", ao assinar documentos preparados por pessoas da instituição que ela não soube identificar. As investigações mostraram que a Idetec era ligada ao médico Mário Donato D¿Ângelo, peça-chave dos dois modelos de fraudes: o que usou registros de 138 micro-ONGs para o desvio de R$ 60,9 milhões; e a terceirização, por meio de cooperativas, para contratação de mão-de-obra por R$ 165,2 milhões. Para operar o esquema, D'Ângelo, ligado ao ex-secretário de Trabalho e Renda Marco Antônio Lucidi, teria recebido R$ 1,2 milhão.

A Procefet também apresentou documentos atestados pela NCP - nome fantasia da empresa Carla Sabrina dos Santos Souza Informática ME. Carla é mulher de Reinaldo Barbosa de Azevedo, outro acusado de operar a parte financeira do esquema. Ele teria recebido R$ 865,3 mil.

Até agora, 12 pessoas foram presas, entre elas o ex-secretário de Saúde, Gilson Cantarino, e o de Trabalho e Renda, Marco Lucidi, acusadas do desvio de R$ 60,9 milhões. Dezesseis foram denunciadas à Justiça.

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