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17/07/2008 - Folha de São Paulo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF prende grupo que fraudava INSS com falsos doentes mentais


A PF (Polícia Federal) desmontou hoje uma quadrilha acusada de fraudar a Previdência Social em pelo menos R$ 1,8 milhão nos últimos três anos. O Ministério Público Federal denunciou 17 pessoas, sendo que a PF prendeu cinco nesta quinta-feira -uma ainda está foragida. O grupo é acusado de obter auxílio-doença em agências do INSS (Instituto Nacional do Seguro Nacional) no Rio ao cooptar pessoas para se passar por doentes mentais em perícias.

Os seis denunciados que tiveram mandados de prisão expedidos integravam um escritório de despachantes. Os outros 11 eram cooptados pelo grupo e se faziam passar por portadores de doenças mentais para conseguirem o benefício.

A quadrilha dos despachantes atuava há pelo menos três anos, com escritório em Bangu. No local e nas residências dos presos hoje a PF apreendeu blocos receituários médicos em branco, utilizados em fraudes.

Além de vender laudos médicos falsos ou adulterados, a quadrilha é acusada de orientar os clientes a se comportarem como doentes mentais durante a perícia oficial do INSS. Em troca, uma parte dos benefícios concedidos pela Previdência era repassada aos "doentes" como pagamento.

A investigação começou em novembro de 2007, a partir do depoimento de um falso segurado, que admitiu ter comprado laudo médico da quadrilha por R$ 100. Segundo o Ministério Público, três pessoas foram filmadas durante perícia, com autorização judicial, quando simulavam ser doentes.

"Os pseudo-segurados tinham plenas condições de trabalharem, mas recorriam periodicamente à quadrilha para obterem novos laudos médicos a fim de renovarem o auxílio-doença", explica o procurador da República José Augusto Vagos, autor da denúncia.

Os despachantes denunciados foram identificados como Alciete Gomes dos Santos Silva, Marcelo Verdan Moreira, Adalberto Gomes dos Santos Silva, Álvaro Cesar de Jesus Carvalho, Adão Barboza da Silva e Fernanda Cristina da Silva Carvalho (foragida).

Segundo a polícia, os despachantes irão responder pelos crimes de formação de quadrilha e estelionato qualificado, podendo ser condenados a penas que somadas chegam a dez anos de prisão. Os demais responderão apenas pelo crime de estelionato qualificado.

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