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15/07/2008 - TV Canal 13 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Presos 8 suspeitos de fraude na extração de ouro


A Polícia Federal do Amapá prendeu, agora a pouco, oito pessoas suspeitas de integrarem um esquema de fraude na exploração de recursos minerais no Estado, principalmente de ouro. Ainda faltam prender outros dois suspeitos na operação, denominada Akator. No total, foram expedidos 10 mandados de prisão: dois para servidores públicos do Departamento Nacional de Produção Mineral (DMNP-AP), um para uma servidora da Junta Comercial do Amapá (Jucap), e sete contra empresários, geólogos e pesquisadores do ramo de mineração.

De acordo com a PF, as investigações iniciaram em junho de 2007, depois que os policiais receberam uma denúncia de lavra clandestina e extração de ouro no distrito de Lourenço (município de Calçoene).

A PF descobriu que empresas mineradoras se instalaram no Estado, apresentando relatórios forjados, que superestimavam o potencial mineral da região, inclusive quanto à presença de ouro. O objetivo seria atrair investimentos de empresas estrangeiras.

Tais relatórios, segundo a PF, eram aprovados irregularmente por alguns servidores DNPM. Conforme os policiais, algumas empresas estrangeiras, veiculam notícias em seus sites na Internet sobre as regiões supostamente pesquisadas, tratando-as como novos eldorados, fazendo também referência ao aval dado pelo órgão responsável para a pesquisa.

A PF investigou empresários do ramo da mineração que se utilizariam da complacência de servidores públicos federais para explorar indevidamente recursos minerais no Amapá.

Também foram investigados servidores públicos do DNPM e da Jucap que, segundo a PF, participavam decisivamente da organização criminosa em troca de vantagens pessoais.

Na operação, a PF também cumpre nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal do Amapá. Conforme a assessoria de imprensa da PF, o nome da operação é uma alusão à palavra Maia que significa Eldorado, uma antiga lenda narrada pelos índios aos espanhóis na época da colonização das Américas que falava de uma cidade cujas construções seriam todas feitas de ouro maciço e cujos tesouros existiriam em quantidades inimagináveis.

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