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15/07/2008 - O Tempo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Operação termina com um preso e vários documentos apreendidos

Por: Fernanda Penna


BELO HORIZONTE - Uma pessoa foi presa e diversos documentos apreendidos durante a segunda fase da Operação Caça-Fantasma, desencadeada nesta terça-feira por uma força-tarefa composta por Minitério Público, Receita Estadual e Polícia Militar. O objetivo é desbaratar quadrilhas especializadas em fraudes fiscais em Minas, principalmente por meio de notas fiscais frias. Segundo a Receita, já foi apurado rombo de aproximadamente R$ 40 milhões aos cofres públicos do Estado, mas o valor pode ser bem maior, já que as investigações ainda estão em andamento.

Ao todo, 18 mandados de busca e apreensão, sendo seis para empresas e 12 para pessoas físicas, foram cumpridos nesta terça-feira, na Grande BH e no Centro-Oeste do Estado. As buscas ocorreram simultaneamente em Belo Horizonte, Itaúna e Ribeirão das Neves. O objetivo principal dessa etapa foi o de impedir que a organização criminosa volte a atuar.

A prisão durante a operação ocorreu em Itaúna, onde um homem foi acusado de receptação. Na casa dela foram encontrados hidrômetros furtados. Foram apreendidos ainda documentos diversos, notas fiscais, contratos, cópias de carteira de identidade, além de R$ 42,8 mil em dinheiro na casa de um dos empresários - o que, segundo o MP, seria forte indício de lavagem de dinheiro. No mesmo local, também foi apreendida uma carteira de identidade que será submetida a exame pericial.

Ainda de acordo com o MP, os acusados usavam identidades de pessoas que já morreram para montar empresas que emitiam notas frias usadas na sonegação de impostos, principalmente ICMS. O esquema também envolvia fraude em processos de licitação, promovidos inclusive pela Copasa.

As empresas denunciadas são: Copersan Ltda.; Conasa Conexões Nacionais Ltda.; Portobras Comercial Ltda.; Central de Inspeões Técnicas do Brasil Ltda.; Marka Fornecedora de Matérias e Serviços Ltda.; Cone do Brasil Ltda.

Participaram da operação 30 auditores da Receita Estadual, 13 oficiais de Justiça, 40 policiais militares e dois promotores de Justiça do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Ordem Econômica (Caoet).

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