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16/07/2008 - JB Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Presos 38 por fraude de cimento e combustível


MACEIÓ - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu 38 suspeitos de envolvimento em fraude de cimento e combustível e cumpriu 34 mandados de busca e apreensão. Os agentes que participaram da Operação Paracelso em Alagoas descobriram que adolescentes trabalhariam na adulteração de cimento em um depósito em Luziápolis, próximo a Maceió. Segundo a PRF, os jovens misturavam cal e areia refinada ao cimento, tornando a mistura mais barata e frágil. O cimento adulterado seria enviado para São Paulo mediante "encomenda".

Os adolescentes foram encaminhados para o Conselho Tutelar de São Miguel dos Campos. Com as supostas quadrilhas que adulteravam cimento e combustível, foram apreendidas 17 armas de fogo de diversos calibres, R$ 60 mil em dinheiro e R$ 130 mil em cheques, além de veículos de carga e de passeio e produtos adulterados.

Cerca de 280 policiais rodoviários federais foram deslocados de 13 Estados e do Distrito Federal, apoiados por mais de 80 viaturas e dois helicópteros. A ação foi coordenada pela Divisão de Combate ao Crime da PRF.

De acordo com investigações que começaram há um ano, o alvo dos criminosos também seriam caminhões de combustíveis e derivados de petróleo que partiam do Pólo Petroquímico de Camaçari (BA) em direção a Pernambuco, pela BR 101. No caminho, motoristas que trabalhariam para os criminosos desviariam os veículos de suas rotas originais para estabelecimentos conhecidos em Alagoas como "trambiques" (pontos de comércio misto, com postos de combustíveis, oficinas, borracharias e serviços de conveniência para o caminhoneiro).

Os crminosos furtariam cerca de 5% do combustível transportado em cada caminhão, que depois seria revendido. Por conta da diferença de volume, solventes como tolueno e benzeno, além de metanol, eram adicionados ao produto original. Nos carregamentos de álcool, os criminosos adicionavam água ao combustível. Nas cargas de derivados químicos de petróleo, a subtração oscilava entre 200 e mil litros por carga. O material seguiria contrabandeado para São Paulo, com documentação adulterada e notas fiscais frias, e seria utilizado nas indústrias de produtos plásticos, embalagens e detergentes.

Paracelso é o pseudônimo de um famoso alquimista, médico, físico e astrólogo renascentista, Phillipus Aureolus Theophrastus Bombastus von Hohenheim (1493-1541). Reconhecido pela incoerência de suas doutrinas, é considerado o pai da alquimia, tradição antiga que combina elementos de química, física, metalurgia e misticismo.

Um dos objetivos da alquimia, vista pelos céticos com resistência, é a transmutação de metais inferiores em ouro. Paracelso, segundo contam pesquisadores, teria morrido frustrado após ter passado a vida buscando uma forma de enriquecimento por meio da "fórmula do ouro".

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