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10/07/2008 - Jornal A Voz da Cidade Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

P2 apreende farto material para falsificação de documentos no Água Limpa


VOLTA REDONDA - Agentes do Serviço Reservado do 28º Batalhão da Polícia Militar (P2) localizaram ontem, à noite, um imóvel na Rua Salvador de Sá, 445, casa 2, no bairro Água Limpa, que funcionava como escritório para falsificação de documentos. No local, os policiais apreenderam farto material utilizado na falsificação de documentos públicos e particulares, como Carteira de Identidade e diplomas. Todo o material recolhido foi levado para a 93ª DP Legal, onde o caso foi registrado e encaminhado o Instituto de Criminalística (IC) para análise pericial.

De acordo com os policiais, a casa está alugada para Antônio Carlos Nardeli, 40 anos. Os policiais acreditam que Nardeli, que já responde por três crimes na 93ª DP Legal de Volta Redonda e não estava na residência na hora da operação, seja um dos principais falsificadores de documentos da cidade. Ele estava altamente equipado.

Segundo os agentes, eles chegaram ao local graças a uma denúncia anônima para o disque-denúncia da Polícia Militar informando que no local funcionava um escritório para falsificação de documentos.

Entre o material apreendido estão várias folhas de papel-cartão para falsificação de diplomas, “espelhos” para a confecção de Carteira de Identidade, Identidades prontas, fotos 3x4 de várias pessoas, entre homens e mulheres, algumas carteiras de trabalho em nome do suspeito e foto de terceiros e vice-versa, além de CDs e DVDs e um computador completo onde, de acordo com os policiais, os falsos documentos eram elaborados pelo acusado.

Os policiais contaram que ao chegar ao imóvel encontraram a porta da sala aberta, mas sem ninguém. O dono do imóvel, Antônio José Ferreira, que foi localizado pelos policiais, garantiu que nada tem a ver com o caso. Explicou que apenas alugou o imóvel para o suspeito, mas que não sabia de suas transações erradas. Contou que o suspeito pagava o aluguel em dia e que nunca fez nada para que ele suspeitasse.

Após a apreensão do material os policiais esperam localizar Nardeli que deverá responder por falsificação. A falsificação de documento público é crime previsto no artigo 297 do Código Penal Brasileiro (CPB). A pena prevista é de dois a seis anos de reclusão, além de multa. Já a falsificação de documento particular é crime estabelecido no artigo 298 do CPB e a pena prevista é menor, varia de um a cinco anos de cadeia, além do pagamento de multa à Justiça.

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