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31/08/2006 - Partner Consult Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Identificação digital contra fraudes na internet

Por: Cecília Della Flor


Especialistas reunidos no C4 – Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor debateram, hoje, sobre o problema das fraudes no meio on-line. Patrícia Peck, do escritório Patrícia Peck Advogados, defende a criação de regras claras para a formatação de ‘identidades digitais’ dos usuários. “Na internet é difícil encontrar a identidade de quem cometeu o crime, pois a ação de maneira geral é simples: Ctrl+C e Ctrl+V, copiei, colei, mas não roubei”, comenta.

Por outro lado, Patrícia aponta que o avanço da tecnologia melhorou as condições jurídicas numa avaliação de fraude. “Existem casos que é mais fácil provar um crime on-line do que físico”, diz.

Neste sentido, a Serasa lançou há mais de um ano o programa de certificação digital, que permite realizar transações oficiais, como declarar o imposto de renda pelo site da Receita Federal. “O programa ainda é complexo para a maioria dos internautas, mas como todo processo novo a aceitação deve vir aos poucos”, avalia Igor Rocha, gerente de certificação digital da Serasa.

Para Gastão Mattos, sócio diretor da GMattos e consultor do Movimento Internet Segura da Câmera-e.net, a conscientização é fundamental neste processo. Ele explica que as fraudes afetam todo canal de negócio (bancos, lojas e administradoras de cartões) porque os usuários perdem a confiança e não ‘arriscam’ realizar uma transação. “Apenas 11% dos internautas, cerca de 5 milhões, fazem compras no varejo virtual”.

Stelleo Tolda, diretor presidente do Mercado Livre, alerta para a maximização do problema da fraude, que nem sempre traduz a realidade. Segundo ele, no Mercado Livre acontece 1,3 milhão de transações por mês e o índice de fraude é de um para cada 10 mil compras efetuadas. “Muitas vezes, as pessoas confundem as violações que acontecem nos sites de bancos com as lojas on-line, o que causa uma percepção de insegurança no meio”, afirma.

Em 2002, a gigante Microsoft começou um trabalho de revisão dos produtos para garantir a segurança. Na América Latina a empresa lançou há 3 meses a campanha ‘Navegue Protegido’, para educar crianças de até 12 anos a usarem a internet com consciência. “Estamos preocupados com os consumidores do futuro”, conclui Marines Gomes, gerente de segurança da Micrisoft.

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