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07/07/2008 - Primeira Edição Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Dez são presos por fraude em concurso da PM no Rio


Dez pessoas foram presas acusadas de falsidade ideológica e tentativa de fraude no concurso para soldado da Polícia Militar, realizado na manhã de ontem no Rio de Janeiro e em outras oito cidades do Estado.

Quatro homens foram detidos por tentar fazer a prova no lugar do verdadeiro candidato, adulterando documentos de identidade.

Na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), os policiais prenderam o professor particular Carlos Alexandre Torres Pallares, 28 anos.

Ele tentou fazer a avaliação usando a identidade de Davi Costa Rodrigues. Pallares teria dito aos policiais que, em 2007, recebeu R$ 1 mil de Davi para fazer a prova da PM, mas não compareceu ao concurso. Pallares afirmou ter sofrido ameaças para fazer a prova de ontem, já que tinha recebido o dinheiro no ano passado sem cumprir o trato.

Já no Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet), no Maracanã, um adolescente de 17 anos tentou realizar o exame se fazendo passar por Leonardo Lima Sudério.

Nos dois casos, a adulteração da identidade foi semelhante: as fotos originais foram trocadas por retratos dos que foram aos locais de prova. A tentativa de burlar o concurso foi descoberta por peritos contratados pela PM para ajudar na fiscalização.

Eles identificaram a falsificação, considerada grosseira pelos profissionais e pelos próprios policiais. Também contribuiu com a fiscalização o recolhimento das impressões digitais de todos os candidatos, que eram confrontadas com a das carteiras de identidade.

Os dois acusados foram levados à 17ª Delegacia de Polícia (São Cristóvão). O adolescente foi encaminhado para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente e liberado em seguida.

Caxias

Em Duque de Caxias, outras duas pessoas foram detidas, também por adulterar identidades. O estudante José Valdeci Donato da Silva Junior, 21 anos, foi pego com a carteira de identidade do amigo, o auxiliar de enfermagem Luiz Henrique Costa dos Santos, 27 anos, no estacionamento da Unigranrio, no centro da cidade.

Eles confessaram que pretendiam fraudar o concurso. Por volta das 7h, os dois foram surpreendidos por policiais do 15º Batalhão de Polícia Militar.

Os acusados colaram a foto de Silva Junior sobre a de Santos, que tinha o cartão de inscrição em seu nome. Em depoimento na 62ª DP (Imbariê), eles contaram que Silva Junior iria fazer a prova no lugar do amigo, mas desistiram do golpe momentos antes do exame.

Segundo o delegado adjunto da 62ª DP, Vilson de Almeida, os acusados foram liberados após o depoimento, pois não houve flagrante.

Muro

Cerca de 50 candidatos que fariam a prova na Uerj chegaram atrasados e não conseguiram entrar na universidade. Três barrados pularam o muro do campus e foram levados à 17ª DP.

No fim da prova, um candidato foi pego por fiscais com uma redação feita por ele em casa. O tema era diferente do da avaliação, mas a idéia, de acordo com a organização do concurso, era copiar a estrutura do texto.

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